Brandon solta minhas coxas e agora eu mesma tenho que mantê-las abertas porque ele sobe as duas mãos até meus pei.tos e aperta com a força certa, não o bastante para doer mas o suficiente para eu sentir sua força. Depois, puxa para baixo a renda do sutiã, deixando meus se.ios livres, e então volta a aperta-los. Ele faz tudo simultaneamente como uma orquestra com a sintonia perfeita, a língua chicoteando, circulando e beijando meu clit.óris e as mãos hora apertando as carnes fartas e hora mexendo nos meus mam.ilos. — Deixe vir, vamos... — Pede. — Goz.a na minha boca, me dê o seu prazer. E nesse momento eu tenho um orga.smo tão poderoso que a força que minhas costas batem contra a passarela chega a doer. Os gemidos escapam roucos, do fundo da minha garganta. Só fecho os olhos e deixo vir

