Acordei sentindo que um caminhão tinha passado por cima de mim, todo o meu corpo dói. A febre está tão forte que parece que estou queimando e ao mesmo tempo o suor gelado me dá calafrios. Por várias vezes tentei levantar e por todas as vezes, minhas pernas não respondiam – nada respondia. Não tomei decisões que me agradam, mas por não ter escolha. Se estou pensando bem ou não, não faço ideia, só falei o que achava ser a única solução no momento – mas começo a desconfiar do que fiz quando abro a porta e vejo Maria Alexandra aqui com minha coleção inteira. — O que faz aqui? — Eu a questiono porque ela não pretendia falar nada, distraída encarando o meu corpo. Sim, é perceptível a mulher me engolindo com os olhos. Eu até poderia me divertir com isso se não estivesse tentando entender pr

