— O que quer dizer? — Eu o trago para a realidade, porque me parece que Brandon está a longe, com o pensamento em algum outro lugar e acabou pensando algo. — Nada. Não é nada. — Claramente é alguma coisa, mas ele não me parece bem a vontade para falar então decido respeitar. Continuamos em silêncio a cada colherada, e apesar de ser uma cena que nunca passou pela minha cabeça, eu não me sinto m*l. Me parece certo estar ajudando, em especial porque posso ver em seus olhos que ele realmente precisava disso. Eu não sei o porque, mas sei que precisava. — Ei! Nem pensar! Não é bom deitar assim que comeu. — Aviso quando assim que a tigela esvazia, Brandon já vai descendo o corpo para o sofá. — Obrigado, Alexandra, estava ótimo. Mas não vou ficar pior do que estou por deitar, acredite. Meu

