O sol brilhava forte na manhã daquela segunda-feira quando Emily entrou no hospital. Ela havia percorrido um longo caminho desde que começou a trabalhar no hospital, sempre com agendas muito cheias, não via a hora de tirar férias para descansar.
— Bom dia, Bruna! Como foi o final de semana?— ela fala ao vê a amiga
— Bom dia, Emilly! Foi tranquilo, e o seu?
— Ótimo! Mas não vejo a hora de tirar férias mulher.— Emilly fala enquanto abre uma garrafinha de água e bebe logo em seguida.
— Nem fala mulher, eu amo o meu trabalho mas preciso de um descanso urgentemente.— Bruna fala e Emilly acinte com a cabeça, pois ela ama o seu trabalho de todo coração, pois depois que ela perdeu os pais ela se sentiu no desejo de se tornar uma médica para salvar vidas. Mas infelizmente essa profissão é um pouco cansativa, as duas amigas ficaram conversando já que naquele momento elas não tinham pacientes para serem atendidos, até que
O chefe do departamento, Dr. Rios, se aproximou.*
— Olá meninas
— Olá doutor Silva.— As duas amigas falam juntas.
— Emilly você pode me acompanhar até a minha sala, por favor?— ele pergunta olhando diretamente para ela e Bruna fica desconfiada, pois ela nunca foi com a cara desse homem que aos olhos de Bruna sempre procura um jeito de ficar a sós com Emilly.
— Claro! Posso sim.— Ela fala e se despede de Bruna e segue o Dr Marconi pelo corredor e assim que chegam na sala dele , Emilly senta na cadeira e o doutor em sua frente.
— Então Emilly, tenho uma notícia para você. Estou impressionado com o seu trabalho e dedicação e por eu gostar muito de você eu Decidi te dar um desafio maior.
— O que seria, Dr. Marconi?— ela fala profissionalmente
— Vou te designá-la como responsável pela ala de cuidados intensivos. Precisamos de alguém com sua competência lá assim como você, o que você me diz aceita?
— Sim, eu aceito.— Emilly fala surpresa.— Eu... Eu aceito, Dr. Marconi! Agradeço pela confiança que está me colocando em mim.
— Fico feliz que você aceitou, amanhã você já pode começar
— Certo, obrigada.— Emily agradece mais uma vez e sai da sala só seu chefe e vai para a sua feliz pela notícia que recebeu, ela volta para o seu trabalho e agora estava faltando apenas ela e vê um paciente que estava internado.
Emily caminha pelo corredor do hospital, seu jaleco branco reluzindo sob a luz artificial. Ela se aproxima do quarto 203, onde o Sr. Rodriguez a aguarda.
— Boa tarde, Sr. Rodriguez. Como o senhor está se sentindo hoje?— ela pergunta simpática para seu paciente
— Ah, minha jovem Emily! Estou um pouco cansado, mas nada que sua visita não possa melhorar.— ele fala sorrindo, ele é um senhor de 75 anos muito simpático e gostou muito de Emily.
Ela sorri, pegando o prontuário do paciente.
— Fico feliz em ouvir isso. Vamos verificar seus sinais vitais primeiro ok? Para vermos como o senhor está hoje
Enquanto Emily examina o Sr. Rodriguez, o Sr. Hernandez no quarto ao lado chama por ajuda.
— Emily, por favor, preciso de um pouco de água.— Emily acena com a cabeça, sorrindo.
— Claro, Sr. Hernandez. Vou providenciar isso para o senhor imediatamente.— Depois dos sinais vitais do senhor Rodriguez que deu tudo bem, Ela vai buscar um copo de água para Hernandez que agradece e toma alguns goles.
— Você é um anjo, Emily.
— Obrigada, Sr. Hernandez. Estou aqui para ajudar no que precisar os meus pacientes, eu só quero que vocês fiquem bem.— Enquanto isso, no final do corredor, a Sra. Martinez espera ansiosamente sua vez.
— Emily, minha querida, como estão os resultados dos exames?— Ela pergunta quando Emily chega ao seu lado e a mesma consulta o prontuário da Sra. Martinez, preparando-se para a conversa.
— Sra. Martinez, os resultados estão dentro do esperado. Vou explicar tudo em detalhes para a senhora.— Ela explicar tudo e depois de uma tarde bastante agitada atendendo cada paciente com atenção e cuidado, demonstrando uma mistura de profissionalismo e empatia que a torna querida por todos no hospital ela foi embora. Chegando em casa Emily subiu para o seu quarto, colocou sua bolsa em cima da cama e foi para o banheiro onde tomou banho e depois vestiu uma roupa confortável e desceu para a cozinha preparar jantar.
E depois de alguns minutos já estava com tudo pronto, ele senta na mesa para jantar e seu celular toca e quando ela pega pra vê quem é sorri com o nome que brilhou na tela.
— Oi Bruna! Já sentiu a minha falta foi?— ela responde sorrindo mesmo que sua amiga não a veja assim
— Só um pouquinho, mais pra falar a verdade eu te liguei porque estou preocupada com você.— Bruna fala e Emily fica um pouco tensa pelo o tom da amiga
— Olha talvez você possa me chamar de louca ou até mesmo de invejosa mais o chefe está interessado em você, eu ouvir uma conversa onde ele falava que vai conseguir ficar com você, pois está ganhando a sua confiança aos poucos
— O que? Ele tem o que na cabeça pra pensar isso? Eu sempre tratei ele tão profissional, pois agora ele vai vê , obrigada amiga por ter me avisado
— De nada, se cuida
— Você também.
Depois que ela desliga a ligação terminar seu jantar pensando em tudo que sua amiga disse e principalmente a forma que o Marconi agia com ela.
(...)
No dia seguinte, Emilly acordou fez sua higiene Matinal e depois de se arrumar ela foi para o trabalho e chegando lá se deparou com a ala de cuidados intensivos, um ambiente cheio de desafios e pacientes em estado crítico.
— Emilly, seja bem-vinda à equipe. Estamos ansiosos para trabalhar com você.— fala a garota morena com o nome Carla no crachá
— Obrigada, Carla. Estou ansiosa para aprender e contribuir da melhor forma possível.— ela dá um sorriso contido para a mulher e depois de Carla mostrar para Emily tudo daquela ala ela começou a trabalhar e assim se passou semanas após semanas, Emilly enfrentou casos complexos e tomou decisões difíceis. Sua determinação e habilidades foram fundamentais para a recuperação de muitos pacientes.