Marina narrando. Não sabia o que faria daqui para frente,muito menos o que poderia acontecer com o passar dos dias até o fim desse ano,porém uma única coisa se passava em minhas mente; sabia que me manteria bem longe do homem que um dia,chamei de pai. Ele havia sido diagnósticado com essa doença,porém não justificava a sua forma de se referir a mim, não explicava a forma que ele me olhava,era como se ele soubesse de algo que fiz e quisesse me castigar,como se esse meu ato,fosse grave o suficiente para sentir a dor em meu corpo,para sentir as consequências me doer a cada tapa. Não o perdoei e nunca irei fazer isso,ele não merece nada vindo de mim. Abrindo a porta daquela casa,pude encontrar tudo apagado e o silêncio presente,todos deveriam estar em seus respectivos quartos dormindo,pois s

