Talvez pelas provocações da Jessyca ou pelo fato dele ter me defendido com um vigor desconhecido — e soado extremamente sexy ao ameaçá-la —, não sei, apenas estava com vontade de fazer coisas indecentes com o Guilherme. Não queria mais comemorações externas, sem baladinhas, champanhes ou preocupações, só eu e ele. E, óbvio, muito sexo. Na verdade, eu não queria. Eu necessitava. — Encosta e desce do carro, Fragoso. — não pedi disse o porquê, só mando. Ele me olhou de "r**o de olho", como minha avó diria, — aquele olhar de "já não basta os problemas que tenho? Essa maluca está surtando agora?" —, porém eu sustentei a encarada, fazendo-o enrugar a testa. — Você quer dirigir? — em um estado mental normal, ele teria entedido na hora o que eu iria fazer. Afinal, o cara era safadeza pura.

