AUGUSTO Helena disse que não queria que ninguém soubesse ou imaginasse que aconteceu algo entre nós dentro do banheiro, mas quando saímos de lá, ela parecia tão suspeita, toda corada, sem encarar ninguém, com cara de quem aprontou mesmo. Eu fui pegar uma garrafa de vinho e taças para levar para a sala. — Helena, quer vinho? — Por favor. — ela veio para sala e sentou no sofá. Quando eu fui lhe entregar a sua taça, tive que lhe alertar ao ouvido. — Tá escrito na sua testa o que rolou entre a gente. Relaxa. Ninguém ouviu nada. — Tá bom. — ela tentou ser mais natural. Foi muito bom o que aconteceu agora a pouco, mas o pós sexo também pode ser prazeroso. Helena fica tão tímida, tão sem jeito que me dá prazer ficar a observando. Eu lhe peguei de jeito no banheiro. Adorei vê-la de per

