Ayla tomou um banho demorado, gostou dos mimos que encontrou no banheiro, as toalhas brancas pareciam novas e havia uma variedade imensa de perfumes, cremes e óleos corporais. nsou que Marlene tivesse preparado aquelas coisas, mas se surpreendeu ao encontrar um bilhete embaixo de uma rosa. “Espero que encontre tudo o que precisa, porque eu já encontrei o que me faltava.” Ayla sorriu enquanto trouxe o pequeno cartão para junto do peitο e suspirou. - Quem é você, peão? A israelense falou sozinha, mas a dúvida era real, os medos que tinha iam muito além do que a coragem lhe permitia verbalizar. Não era apenas o receio de sofrer de novo, como havia sido quando o marido morreu, ainda tinha os filhos, temia perder o amor deles se “traísse” a memória do marido, se perguntava sobre tantas c

