Dezenove

722 Palavras
- Deixe-os. — A mulher falou seriamente e os ninjas a olharam. - Mayumi-hime. - Qual seu nome? — Ela se virou para o menino ruivo que tremia e tirou de dentro da bolsa uma marmita estendendo para ele. — Pode ficar, vocês precisam mais do que eu. - A-arigatō gozaimasu... — O menino sussurrou e ela sorriu - Nós ouvimos histórias sobre você mas jamais imaginamos que estava mesmo viva. — A mulher murmurou e ela os olhou. - Não deveriam ficar aqui, vão para Konoha e lá os ajudarei. - Eles são inimigos! — O ninja de Konoha falou alto e Mayumi o olhou fazendo-o se arrepiar por completo. - Eles estão com fome, frio e sabe-se lá o que e vocês os assustaram. É o máximo que posso fazer. — Falou seriamente e olhou os Uzumaki. — Irei protegê-los o máximo que conseguir. - Eu sou Fusō. — A mulher falou - Me chamo Ise. — O homem falou e olhou o filho. — Ele é Nagato, nosso filho. Dias atuais. Uzumaki Mayumi. Me sento na cama ofegante e o suor desce por meu rosto enquanto dava de cara com Hideki. - Ohayo, tia May. — Ele murmurou esfregando o olho enquanto abraçava o dinossauro e enchia as bochechas de ar - Ohayo, baixinho. — Me recomponho e ele faz bico me olhando. — Já comeu? - Hai. Tio Tobirama ainda não voltou... - Não fique tão feliz, ainda estou vivo. — Olhamos para a porta encontrando Tobirama e Hideki correu até ele que o abraçou. Sorri por isso e pelo motivo mais óbvio no momento, meu casamento é amanhã! - Vai lá. — Me levanto passando as mãos nos cabelos e Tobirama se aproximou. - Como foi a missão? - Demorada. — Dou uma risadinha e mordo o lábio inferior. — Como foi preparar as coisas para o casamento? - Fácil, deveria ter cuidado disso, Nidai-sama. — Sorrio e ele abre um pouco os braços me puxando para si envolvendo meu corpo em um abraço. — Por que está fazendo isso? - Eu não sei. — Sorrio retribuindo ao aperto e suas mãos tocam minha cintura. — E Madara? - Ainda preso no genjutsu, ele conseguiria se livrar dele se quisesse. - Vou falar com meu nii-san. — Concordei com a cabeça e mesmo que não esteja acostumada a essa demonstração de carinho eu o soltei e deixei que seguisse seu caminho. O ar saiu de meus lábios enquanto eu seguia para o banheiro e após uma hora eu desci indo para a sala de jantar, Hideki e Hashirama quase dormiam enquanto Mito parecia brigar com eles, fui puxada para trás e logo estava em outro lugar. - Não vai querer ficar lá. — Dei risada e o Senju molhou os lábios. - Eu preciso comer. - Trouxe nosso café para cá, já que gosta do jardim. — Sorri beijando a bochecha dele e me sentei na cadeira assim como o maior. - Arigatō, Tobirama-kun. — Olho para ele enquanto colocava café na xícara. — Posso te perguntar algo? - Sim. - Você... Matou Izuna? — Sussurro e ele me olha respirando fundo. - Dias antes do desaparecimento dele... Ele veio até mim e disse para desistir do casamento, que ele ia dar um jeito em Mai e iria ficar com você. Para manter a linhagem Uchiha pura e sabendo meu ódio por quase todos os membros ele pensou que eu concordaria, mas não o fiz. — O platinado corou abaixando o olhar. — Eu não desistiria de você então ele me desafiou para um duelo, Izuna se rendeu e disse que voltaria para casa mas não o via desde aquele dia. - Ele estava vivo? - Sim. Só ferido mas iria sobreviver. - Por que lutou por mim? - Porque eu amo você, desde a infância. — Arregalei os olhos sentindo meu rosto queimar. — Desde que a vi correndo em Uzushiogakure. - E-eu... Eu concordo com você, digo, não sei quando mas sei que estou apaixonada também. — Sussurrei e ele sorriu beijando minha mão. - Eu deveria ter trazido ele. - Precisamos descobrir quem realmente o matou, pode me ajudar? — Somos interrompidos por Mito e Hideki - Temos um problema, Tia! — Olho para a ruiva que concordou - Madara... Ele está atacando Konoha.
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