Uzumaki Mayumi.
Meses depois.
Abro os olhos sentindo um carinho em meus cabelos e fecho a mão mas um carinho nela me faz olhar para o platinado.
- Ohayo, Mayumi-chan.
- Ohayo, Tobirama-kun. — Sorrio sentindo um beijo em meu nariz.
- Acordem, acordem! — Hideki pulou na cama e assim como meu noivo me sentei.
- Qual o problema?
- Nós vamos sair e otousama pediu para vocês acordarem. — Ele sorriu fechando os olhos e beijei a testa dele.
- Tudo bem, arigatō baixinho. — Hideki saí correndo e volto a me deitar
- Preciso ir. — Concordo com a cabeça e Tobirama se debruça sobre mim beijando meus lábios. — Eu quero nomea-la meu braço direito.
- Tem certeza disso?
- Sim, tenho. — Molho os lábios e abraço o pescoço dele. — O que foi?
- Vamos almoçar juntos?
- Vamos. — O solto lentamente e ele vai em direção ao banheiro, cobri meu corpo fechando os olhos e virei de bruços sentindo meus olhos pesarem.
Acordei horas depois com um toque em meu ombro e olhei para a pessoa encontrando Mito.
- Ohayo, dorminhoca.
- Hm... Ohayo. — Me sento bocejando e sorrio minimamente. — Que horas são?
- 14hrs. Está muito cansada ultimamente.
- Eu e Tobirama passamos quase a noite toda conversando, sem mencionar que estávamos arrumando o resto das nossas coisas.
- Quando vão para casa?
- Assim que ele sair do trabalho. — Passo a mão no rosto e me levanto. — Marquei de almoçar com ele, esqueci.
- Tobirama está no escritório com Hashirama, pediu para deixar você descansar e sentindo seu chakra devo concordar, o que tem feito?
- Eu treino quando não tenho nada para fazer, tipo quase todo dia.
- Entendo. Bom, vou deixá-la se arrumar. — A ruiva saiu do quarto fechando a porta e eu fui em direção ao banheiro.
Tomei um banho refrescante e aproveitei para lavar meus cabelos, desta vez vou deixar secar naturalmente para ficar com algumas ondulações.
Assim que terminei de me arrumar saí do quarto indo em direção a sala e assim que vi Tobirama sentado no sofá pulei no colo dele o abraçando.
Demorou para ele se acostumar, na verdade demorou para nós dois nos acostumarmos, mas quando isso aconteceu não paramos mais, às vezes ele me abraça ou eu o abraço.
Na hora de dormir também, sempre acordava com ele me abraçando e ele inventava alguma desculpa o que me fez deixar ele ficar na mesma cama que eu, além disso vamos casar então terei que me acostumar.
Melhor cedo do que nunca.
- Dormiu bem? — Concordei sorrindo e beijei os lábios dele
- Bem demais... Além de não ter sido minha intenção voltar a dormir. — Sussurro corando e ele sorri
- Eu estava pensando em levarmos o que falta para casa e depois podemos ir comer algo. Que tal?
- Adoraria.
- Ecaaaa! — Olhamos para Hideki que fazia careta e me levantei
- O que foi, filho? — Hashirama questionou bocejando
- Eles estavam se beijando!! — O mais velho sorriu malicioso e com toda certeza eu estou parecendo um pimentão.
- Você também vai beijar um dia, pirralho!
- Não vou nada!
- Está mesmo brigando com uma criança de seis anos? — Questiono meu noivo que cora e eu coloquei a mão na barriga gargalhando. — Bobão!
- Não me chame de bobão!
Ficamos discutindo por mais alguns minutos até que decidimos levar nossas coisas para casa, foi fácil já que colocamos em um pergaminho e depois invocamos.
Eu organizei nossas roupas no closet e como sempre mudamos de idéia no último segundo decidimos comer em casa.
Tobirama preparou lanches e fomos para o quintal sentando na frente do rio com um tabuleiro de shogi, nós comemos e conversamos sobre algumas coisas simples até que o assunto seguiu um caminho diferente.
Sexo.
Recentemente eu tenho acordado durante a noite com algo cutucando minha b***a ou então minha barriga, não comentei nada pois não queria que ele ficasse envergonhado ou se afastasse de mim mas já que ele tocou no assunto não há como fugir.
O jogo acabou porém o assunto se seguiu até o momento que deitamos para dormir e só voltei a processar algo quando estava sentada no colo dele puxando levemente seus cabelos platinados e suas mãos apertavam minhas coxas.
Nossos lábios estavam unidos em um beijo de perder o fôlego, arrepiar a pele e fazer uma chama arder em minha região íntima.
Seus lábios se desgrudaram dos meus e ele desceu os beijos para meu pescoço até chegar em meu ombro esquerdo onde seus dedos desceram a alça da minha camisola.
Automaticamente coloquei as mãos sobre meus s***s antes mesmo que o tecido fino possa cair e ele sorriu passando um conforto para mim.
- Não farei nada, se não quiser. Prometi respeita-la e assim farei. — Mas eu não quero esperar, imaginar seu pênis dentro de mim tem me feito tomar vários banhos gelados durante a manhã.
- Não faz m*l se não esperarmos até o casamento?
- Não. — Sussurrou tocando minha bochecha e beijou meus lábios. — E a opinião deles pouco me importa.
Sua mão se manteve em minha bochecha mas com a outra ele tocou minha cintura me deitando na cama facilmente e finalmente a camisola saiu de meu corpo que ardia de desejo.
Tobirama chupou a pele de meu seio e depois o mamilo o que arrancou um gemido de minha parte, seus dedos acariciaram minha i********e por cima do tecido da calcinha e as preliminares não duraram tanto quando eu imaginei que duravam.
Meu noivo tirou o único tecido que faltava em meu corpo e fez o mesmo consigo, minha calcinha e a calça que ele usava. Tobirama voltou a se deitar por cima de mim e abri as pernas deixando ele se encaixar entre elas.
Mordi o lábio inferior ao sentir seu m****o me tocar e ele me invadiu, mas sem lubrificante? Estou molhada demais para precisar de um.
A dor foi rápida, durou no máximo dois minutos e ele ficou por dois minutos sem se mover, esperando alguma reação minha, física ou verbal, minha i********e o apertou e isso foi o necessário para ele começar a se mover.
No começo foi algo lento e calmo até que começou a se tornar fundo e rápido o suficiente para nossos gemidos tomarem conta do ambiente, minhas unhas desceram por suas costas e nossos olhares se encontraram porém eu posso ver perfeitamente o chakra bagunçado de meu noivo e isso deixa exposto que meu doujutsu se ativou.
Eu poderia dizer que só fizemos uma vez mas o quarto estava tão quente que repetimos mais algumas vezes e como ele disse, errado seria se fizéssemos com outra pessoa mas dá para saber que isso nunca aconteceu pela falta de experiência de ambos.
Fico aliviada e feliz por ser a primeira vez dele.
Durante a manhã eu acordei com beijos carinhosos no rosto e mesmo sendo fofo não contive o resmungo que saiu de minha boca.
Mas já?
- Não vamos dormir tão tarde na próxima vez. — Olho para ele sorrindo e seus braços rodearam meu corpo me puxando para si. — Eu acho.
- Hum... Eu tenho que ir na academia. — Me sentei espreguiçando meu doido corpo e levantei com seu olhar me queimando.
Algo que também me acostumei durante as manhãs.
- Vou tomar um banho, quer me ajudar? — Ele sorriu de uma forma que minhas pernas ficaram bambas e o formigar em minha i********e voltou.
- Vai ser um prazer, Mayumi-hime.