Angelina Os Dias foram passando, e minhas aventuras as escondidas com Marcelo foram ficando constantes. Era quase impossível nos esbarramos pela mansão e não paramos em algum lugar escuro e isolado. Aqueles dedos abes do Marcelo sempre encontrava o meu caminho úmido da felicidade. Em um desses coquetel, depois de nós esgueiramos as escondidas, Marcelo passou a noite inteira me provocando de longe, lambend* disfarçadamente o dedo que repetidas vezes estava dentro de mim. Aquilo era como jogar gasolina no fogo que me queimava por dentro. Estava ficando cada vez mais perigos*. Nós não conseguíamos nos controlar, e alguém poderia acabar nos pegando no flagra. Smith não parava de me convidar para sua cama, e eu inventava as desculpas mais esfarrapadas que podia para me livra daquela situaç

