Angelina Nunca senti tanto med* como agora. O olhar assassino e di*bólico de Smith me causava calafrios. Meu corpo inteiro havia amolecido e eu só queria sair correndo daquele lugar o mais de pressa possível. - Angelina, levante-se e vai para o carro estacionado do lado de fora do bar.- a voz de comando de Marcelo soava no alto falante, mas eu não conseguia me mover com o olhar gélido de Smith me acusando.- garota, mexa-se e saia daí, agora!.- Marcelo rosnou e então juntei forças para me levantar. Mas antes que eu desse o primeiro passo, Smith intercepta o caminho com seu corpo, me fazendo prender o ar. - Você não vai a lugar nenhum, você é minha!- ele disse olhando em meus olhos. Estava tudo perdido, ele jamais me deixaria sair dali, não tinha o que fazer, ele me arrastaria para sua

