Maju narrando . . .
- Alice: SIMMMM! - disse sorrindo -
Meu primo conhece o dono, tá tudo
tranquilo - disse baixo
- Maju: Eu não posso está aqui sua
maluca, o meu pai - arregalei maior
olhão
- Alice: Não fala sobre seu pai, não fala
o seu sobrenome! Apenas curta - eu
sacudi a cabeça negativamente
- Maju: Você é definitivamente doida!
- Alice: Um pouco, mas - me encarou
séria - Você prefere está aqui bebendo
com sua melhor miga e zoando ou
na sua casa de pijama, comendo
brigadeiro e chorando?
- Maju: Eu gosto de ficar em casa de
pijama, comendo brigadeiro e
chorando! - disse choramingando
- Alice: Você não sabe de nada! - tapou
minha boca
O carro parou na metade do caminho
pois o motorista disse que não subia
mais, então nós descemos e a Alice foi
praticamente me puxando pela rua e
eu como sempre muito positiva.
- Maju: Vai da merda, certeza que vai
da merda!
- Alice: Tá repreendido viu? Vai com
essa energia negativa pra lá!
- Maju: Eu tô sentindo no fundo da
minha alma!
- Alice: O fundo da minha alma tá
doida pra te dá uma porrada, isso
sim! - disse séria - Vamos lá, se você
não curti nós vamos embora ok? - eu
concordei
Olha sinceramente, essa Alice era
demais! Nós fomos subindo e parecia
que nós nunca mais iríamos parar de
subir, até que nós chegamos enfrente
uma quadra, Alice saiu entrando, me
puxando e estava LOTADO. Ela me
puxou direto pro bar e eu comecei
sentir um calor absurdo.
- Maju: Meu Deus, isso aqui tá lotado! -
ela sorriu
- Alice: Tu tem que vê quando o
baile é na rua! - riu - Esquece! - disse
dançando - Vai beber o que ?
- Maju: Cerveja! Bem gelada pelo amor
- ela riu
- Alice: Assim que se fala! - sorriu
A Alice pegou cerveja pra mim, vodca
com energético pra ela e então me
puxou pro meio da quadra e estava
tocando vários funks bons, nós
começamos a beber, dançar, curti e
por um momento eu esqueci até onde
eu estava.
Augusto Narrando . . .
Aos três anos de idade meu pai
biológico abandonou minha mãe e eu,
sem um motivo, sem uma explicação,
sem nenhum sentindo! Eu só lembro
da minha mãe contar sempre a mesma
história "ele saiu pra trabalhar e nunca
mais voltou" e isso me causava uma
revolta gigantesca porque podia entrar
ano e sair ano, mas eu não entendia o
porque ele tinha feito isso.
Dois anos após ele ir embora, minha
mãe conheceu meu verdadeiro pai
(Peixoto) foi a melhor pessoa que
poderia ter entrado nas nossas vidas,
o Peixoto me tratou a vida inteira
como um filho, ele e minha mãe me
ensinaram sobre tudo nessa vida,
sobre ser grato, ser humilde, amigo,
parceiro, sobre ter responsabilidades!
Sobre ser um homem... Eles só não me
ensinaram a viver sem eles dois.
Cerca de um ano atrás teve "operação"
no Morro, a polícia invadiu a nossa
casa e já chegou atirando e eles não
pensaram nem na minha mãe, pois ela
não tinha nada com isso, mataram ela
a sangue frio! Eu só sobrevivi porque
não estava lá e desde então, eu assumi
o Morro e peguei como minha missão
matar o cara que matou os meus pais.
Isso se ele não conseguisse me matar
antes, e essa era uma das brigas mais
frequentes que eu tinha com a Pâmela
(gerente do meu morro).
- Pâmela: Tu ir pra esse baile hoje é
está pedindo pra morrer! - eu sorri
Guto: Passei o baile pra quadra filha,
não precisa se preocupar! - ela ficou
me olhando
- Pâmela: Não preciso me preocupar?
Tudo que eu mais faço nessa vida é me
preocupar, pois você não me dá outra
opção! - encarei ela
- Guto: Eu tenho vinte e dois anos, sabe
qual o tempo estimado de vida de um
traficante? Trinta! Nos trinta, você
morre ou vai presso e se passar disso,
você é uma lenda! - ri
- Pâmela: E você quer dizer o que com
isso? - ficou me olhando
- Guto: Não tenho medo de morrer -
fiquei olhando pra ela - Eu já perdi
tudo que eu tinha, morrer seria um
alívio! - sorri - Te vejo no baile ? -
peguei no queixo dela
- Pâmela: Vou fazer sua segurança hoje
idiota! - bateu na minha mão
Além de gerente do meu Morro a
Pâmela era uma grande amiga! E ela
sim era a cabeça de todo o movimento,
e eu dava era maior trabalho pra ela.
Nós saímos de lá da boca, fomos pra
quadra e quando nós chegamos estava
lotada, eu fui direto pro camarote,
peguei meu whisky e fiquei lá bebendo
e observando o baile numa boa.
- Tayná: Você tá com cara de quem
está precisando de uma massagem? -
disse no pé do meu ouvido e começou
apertar minha nuca
- Guto: E você vai me proporcionar
esse momento de prazer? - ela sorriu
- Tayná: Quando você quiser! - eu
pisquei
- Guto: Eu te chamo! - ela sorriu
A Tayná deu um beijo no meu pescoço
e então saiu de perto, eu continuei lá
bebendo e curtindo na moral.
"Pitbullzado loratcho bradock
Sempre trajado, no bolso malote
Consequentemente vai rolar um pente
certo
Tudo indica, essa noite vai ser foda
Coisinhas daquelas mais pra frente,
pique o brilho da corrente
Pega a visão quando ela olha
Vamo, vamo, vamo, vamo vamo, vamo,
vamo, vamo vamo, vamo, vamo, vamo
Chama ela pra fuder..."
Fiquei lá vendo as gatinhas dançando
e essas meninas perdiam muito a linha
e eu adorava, eu estava lá observando
e a Pâmela me olhou com aquela cara
de repreensão, continuei lá na moral
até que o Yago encostou do meu lado
(moleque era parceirão).
- Yago: E aí! - esticou a mão pra mim
- Qual a boa de hoje? - apertei a mão
dele
- Guto: Hoje é só lazer! - sorri
- Yago: Bora da uma volta ? Vou
conhecer uma amiga da minha prima! -
eu ri
- Guto: E tua prima é gostosinha? - ele
riu
- Yago: Ah! É - eu ri
- Guto: Então bora lá desenrolar!
Nós descemos do camarote fomos
conversando, até que o Hiago me
cutucou.
- Yago: Minha prima! - olhei pra frente
Meu irmão, eu vi uma loirinha tão
gostosa que eu não quis saber mais
de p***a nenhuma e então ela olhou
na nossa direção, sorriu e veio
caminhando e eu fiquei admirando
cada passando que ela estava dando.
Alice narrando . . .
Era muito difícil meu sensor de boy
lixo falhar e o Pedro sempre foi
um carinha que não me enganou.
Mas o que eu podia fazer se minha
melhor amiga era loucamente e cega
apaixonada por ele né? Eu não podia
fazer nada, e quando ele traiu a Maju
eu simplesmente não fiquei supresa e
por mim esse moleque podia se f***r,
podia até morrer! Eu só não queria
minha amiga sofrendo por causa dele e
fim.
Levei a Maju pro baile na intenção
de apresentar ela pro meu primo e
acabou que ela estava curtindo o baile
horrores. Nós estávamos bebendo,
dançando, curtindo e então meu primo
começou mandar mensagem.
Yago Barbosa →
- E aí! Tua amiguinha já tá aí?
- Alice Barbosa: Sim!
Alice Barbosa: Mas por favor, não
vem fazendo o tímido não tá ?
- Yago Barbosa: Pode deixar! Kkkkkk
-
- Alice Barbosa: E faz um favor...
- Alice Barbosa: Trás um amiguinho
pra apresentar pra mãe
- Yago Barbosa: Safada!
Fim de conversa . . .
Bloqueia o celular, coloquei no bolso e
então encarei a Maju.
- Alice: Meu primo tá vindo pra cá! - ela
concordou
- Maju: Ótimo! - eu sorri
Nós duas continuamos lá dançando
horrores e eu jamais vi a Maju tão solto
(efeito da bebida certeza).
"Eu já tô embrazada
Olha só que coisa louca
Eu já tô embrazada
Olha só que coisa louca
Eu vou passar, eu vou passar
Com a linguinha na tua boca
O novinho chapa quente
A coisa vai ficar boa..."
Nós continuamos lá dançando de boa,
até que eu avistei meu primo e um
preto Gato e cutuquei a Maju.
- Alice: Meu primo chegou! - apontei
prós meninos
- Maju: Que preto! - disse sorrindo - Eu
vou lá! - saiu andando
- Alice: Maju, não! - ela nem escutou
A Maju passou pelo meu primo direto,
ele ficou sem entender, então ela
foi pra cima do cara e eles saíram
andando pro cantinho e meu primo
parou do meu lado.
- Yago: Tomamos no cu! - eu ri - ele
confundiu ela com você!
- Alice: Ela confundiu ele contigo
também! - ele me encarou
- Yago: Vamo se confundir também! -
encarei ele
- Alice: Se encherga Yago! - empurrei ele
Maju Narrando . . .
Quando a Alice me cutucou e falou
"Meu primo chegou" eu olhei e só
consegui encherga aquele preto
gatissimo! Mas o cara era tão gato
que eu cheguei ficar desnorteada.
Não pensei nem duas vezes né e fui
lá cumprimentar o tal "primo" daí eu
parei na frente dele, ele me deu uma
olhada que acabou comigo e então eu
sorri.
Maju: E aí! Posso te pagar uma
bebida ? - ele sorriu
Xxx: Só se eu puder pagar da segunda
em diante! - eu sorri
Maju: Ótimo! - nós saímos andando -
Qual seu nome mesmo?
- Xxx: Sou Augusto! Mas geral me
chama de Guto! Você não me conhece ?
- eu ri
- Maju: Hummm! - fingi que tava
pensando - Não! - ele riu - Sou Maria
Júlia! Mas pode me chamar de Maju! -
ele concordou
- Guto: Pode deixar Maju! - eu sorri
Nós fomos lá pro bar, eu peguei
cerveja pra nós dois e então ficamos lá
encostados conversando.
- Maju: Lotado aqui né? - ele
concordou
- Guto: Tu tem que vê quando é baile
na rua! - disse sorrindo - É o mundo se
acabando!
- Maju: Minha amiga que falou isso -
eu sorri - Essa é a primeira vez que
eu venho aqui! - ri - Na verdade, a
primeira vez que eu venho pra um
baile na vida! - ele sorriu
- Guto: Então bem vinda Maju! - esticou
a latinha pra mim - Porque a primeira
vez a gente nunca esquece! - eu sorri e
brindei com ele.
- Maju: Nem a primeira vez que a gente
é corno ? - ele riu
- Guto: Nem isso! - disse rindo - Isso aí é
karma! - eu ri
Maju: E você já foi ? - ele sorriu
- Guto: Já! Quando eu mais novinho,
quem não foi, vai ser! - eu ri - Mas
existe a teoria né? Só é corno quem é
curioso! - eu me acabei de ri - Então é
isso que te trouxe aqui ? - eu concordei
- Maju: Pra vê se eu esquecia que tomei
um gaia bonita! - ele riu
- Guto: Agora ele é teu ex ? - eu
concordei - Então ele é muito louco! -
eu sorri sem graça - Que você acha da
gente pegar mais umas cervejas e ir
pra um lugar mais reservado ? - disse
todo safado e sorriu
Aquele sorrisinho aí ai, não tinha nem
como falar "não" até porque eu não era
nem louca de falar não.
- Maju: Eu acho ótimo! - sorri
-
Ele pediu umas cervejas no bar,
então eu mandei mensagem pra
Alice dizendo que "já voltava", daí
o cara colocou as garrafas em uma
sacola e então entregou pra ele, nós
fomos saindo de lá do baile e eu tive a
impressão de uma boa galera olhar pra
gente, mas dei importância, paranóia
total! Daí nós saímos e então ele me
encarou.
Guto: Tem medo de moto ? - eu fiz
negativo - Então partiu! - sorriu
Nós fomos andando mais um
pedacinho da rua, paramos enfrente
maior moto bonita, ele subiu e
então esticou a mão pra eu poder
subir. Eu subi, passei a mão pela
cintura dele e ele deu partida a todo
vapor e o menino pilotava igual um
desesperado cara, eu não queria nem
vê como estava o meu cabelo! Daí nós
chegamos, descemos da moto então ele
abriu um portãozinho, fomos subindo
maior escadaria até que chegamos em
uma laje PERFEITA! E dava pra vê o
morro todinho.
- Maju: A gente pode ficar aqui ? - sorri
- De boa? - ele concordou
- Guto: Podemos! - sorriu - Quer comer
alguma coisa ? - fiz negativo
- Maju: Não, muito obrigada! - nós
sentamos no sofázinho que tinha
- Guto: Então Maria Júlia! - sorriu - Me
fala mais de você! - eu sorri
Maju: Putz! Acho que não tem nada
de interessante pra saber ao meu
respeito! - ele começou a ri - Quer
dizer, eu sou uma excelente cantora de
baixo do chuveiro! - ele começou a ri
- Guto: Cantora de chuveiro é
complicado! - eu comecei a ri - Mas
depende do repertório!
- Maju: Pagode! Sempre um pagodinho!
- Guto: Aí sim você falou a minha
língua - eu ri - Vou até desconsiderar
que você é cantora de chuveiro! - eu
sorri
- Maju: c*****o! - disse olhando pra
vista - Aqui é perfeito! - disse sorrindo
- Coisa mais perfeita que eu já vi! - ele
ficou me olhando
- Guto: Vou ter que descordar - jogou
meu cabelo pra trás - Por que eu tô
olhando pra você agora! - eu sorri
O Guto alisou meu rosto, daí ele foi
passando a mão pela minha nuca
devagarinho, entrelaçou as mãos
pelo meu cabelo, puxou e então nós
começamos a nos beijar. E caralho
viu? Além de ser gato, o preto beijava
muito bem, e não era aqueles beijos
desesperado não sabe? Ele beijava
bem devagarinho que chegava
enlouquecer, nós ficamos nos beijando
por maior tempão, ele foi passando
a mão pelo meu corpo todo, até que
segurou firme na minha cintura e
então me puxou pra colo dele.
Continuamos nos beijando, Guto foi
passando a mão por dentro do meu
vestido e então começou alisar minha
bunda, daí ele começou da vários
beijos pelo meu pescoço que eu fui
ficando toda arrepiada! E então eu
senti o p*u dele duro já e eu fiquei
meio "nervosa" porque eu não fazia a
mínima idéia de quem era esse garoto,
mas eu também não conseguia e nem
queria parar. Ele continuou dando uns
beijos gostosos no meu pescoço, até
que nós voltamos a nos beijar e então
ele foi chegando meu vestido pra cima
com a maior delicadeza, até que ele
se livrou do meu vestido e me deitou
no sofá, ele veio pra cima de mim, eu
ajudei ele se livrar das calças dele e
quando eu vi o p*u dele deu vontade
de desistir. Juro! Mas logo ele veio
pra cima de mim, voltou me beijar
devagarinho que eu até esqueci, então
ele começou passar o p*u pela entrada
da minha b****a que eu me arrepiei
até não aguentar mais, o Guto começou
tentar meter bem devagarinho e que
dor dos infernos viu? Tinha nada de
"dor prazerosa" era dor e dor! Nós
continuamos nos beijando, ele foi
tentando, foi passando o p*u pela
minha b****a bem devagarinho e
então entrou, daí ele começou fazer
um vai e vem bem devagarinho
mesmo. Eu entrelacei as pernas pelo
quadril dele, ele foi botando bem
devagarinho e foi botando até meu
fundo e eu comecei gemer baixinho no
pé do ouvido dele . . .