O regresso de Elias Thorne ao penthouse Kaine injetou uma eletricidade latente no ambiente. A sua presença era um ato contínuo de desafio silencioso a Julian, que mantinha Elias sob vigilância constante, tratando-o como um ativo altamente volátil e perigoso. A nova rotina de Aurora estava intrinsecamente ligada à missão de Elias. Eles trabalhavam lado a lado no home office, a analisar e a recodificar o sistema de manutenção de fusão. A proximidade forçada era uma tortura silenciosa, especialmente para Elias, que tinha que interagir com a mulher que amava sob o olhar frio e constante de Julian (ou do monitor de segurança que reportava a Julian). A comunicação direta era impossível. O home office estava equipado com microfones que cancelavam ruídos e isolavam vozes, mas que eram ativados p

