Júlia se afastou da enfermaria confusa e irritada. Mordia o lado de dentro da bochecha com tanta força, que se machucou, o que a fez parar de andar no meio do corredor do primeiro andar, antes do hall de entrada. Fechou os olhos e respirou fundo. Ana era enfermeira, parecia ser competente e se mostrava sempre muito solícita, então, por que sua presença a incomodou tanto? Seu sorriso brilhante e simpático, que no primeiro dia a fez sentir-se mais à vontade, tinha-lhe causado repulsa. Tão bonita, elegante, simpática, segura de si e... tudo mais que Júlia não era... Júlia levou a mão à boca. Estaria ela com inveja da pobre enfermeira que m*l nenhum lhe havia feito? Não... Ela não desejava o m*l da enfermeira, nem desejava coisa alguma que viesse dela. No entanto, a simples presença de A

