Chegamos em casa, levei Bri para o quarto, deitei-a na cama, arregaçei as mangas e sentei-me ao lado dela. Lágrimas escorriam dos seus olhos sem esforço. Corriam como riachos e desapareciam na sua testa. — Bri, eu posso te dar mais dez filhos. Dizer isso era para despertar a leoa dentro dela. — Idio*ta! Você acha que isso é uma piada? Mas eu não estava brincando, eu estava falando sério. Posso dar a ela quantos filhos ela quiser. Temos uma vida inteira para tê-los. — Dói, você não vê? Ela se jogou para trás na cama e, com a voz embargada, pediu que eu fosse embora. Eu fui, porque não sou bom em cuidar de doentes e melancólicos. Tentei animá-la, mas ela está presa nesse estado. Vou esperar até que ela supere o luto. ... Já faz duas semanas que ela não sai do quarto. Ela fica trancada

