Pricila Valle Suspiro, ainda tentando entender o que acabou de acontecer. — Quem ele pensa que é? Falo sozinha, encarando a porta que o Tiago acabara de atravessar minutos atrás. — Quem o senhor Velásquez acha que é pra vir até aqui, me chamar de fingida e ainda me beijar daquele jeito? Estou furiosa. Tremendo de raiva... e do maldito efeito que aquele beijo causou. — Que droga. O Pedro me beijou, sim. E daí? Sou solteira, não devo satisfação a ninguém. Se quiser beijar meio mundo, é problema meu. Mas mesmo enquanto digo isso, minha boca ainda formiga. E não foi por causa do Pedro. Entro em casa bufando, determinada: não volto mais àquela empresa. Pra mim deu. Cansei. Não quero mais olhar na cara do Tiago Velásquez. Mesmo que ele seja... aquele homem. — Droga. — Tá tudo bem, mani

