Segui o médico pelo corredor até parar em frente a porta de número 106. Entrei tendo a visão do Jake deitado na cama com a perna enfaixada presa para cima e um sorrisinho de canto. -aí está a minha garota! -disse risonho. Revirei os olhos, esse garoto não existe... -eu estou ou não estou um gato com essa roupinha de hospital? -perguntou. -deveria ter quebrado logo essa perna toda. -disse debochada e me aproximei da cama. -se eu tivesse quebrado a perna toda, você infartava. -disse e meu coração disparou com a possibilidade dele lembrar do meu momento de desespero. -eu me lembro de você toda preocupada me chamando de "amor" e dizendo que tudo ficaria bem. -ele disse com aquele maldito sorrisinho de canto. -não! Nem começa! Pode parar. -disse bufando. -você me ama... -ele começou a

