Vicent De Lucca — Alô. — Atendi o telefone, levando-o a orelha. — Vin! — resmungou, do outro lado da linha Quanto mais eu rezo, mais o d***o me atenta! — O que você quer? — Perguntei, olhando para o lado. Isabela continuava dormindo. — Eu preciso de ajuda, Vin! — Ela disse, baixo. — Vem me ajudar... — Porque caralhos, eu me levantaria da minha cama e iria ajudar você, sua maluca? — Perguntei. — Porque não é por mim, é pela sua mãe. — Ela disse, do outro lado do telefone. — Onde está a minha mãe? — Mesmo que eu ainda guarde mágoa pelo o que ela fez, eu ainda sinto algo dentro de mim toda vez que algo acontece com ela. — Como você sabe de alguma coisa e eu não? — Sabe que meu pai sempre foi amigo dos seus, eu estou aqui... na casa deles, ou melhor, dela. — respondeu, don outro la

