Capítulo 5: Não consigo esquecê-la

2114 Palavras
Ponto de vista de Kenzo ___ "Você a deixou lá?" Eu perguntei a Ben, meu motorista. "Sim, senhor", ele respondeu monótono. "Você a viu entrar?" Eu perguntei. "Sim, senhor", ele respondeu. "Bom. Qual é o endereço dela?" Eu perguntei. "Enviei uma mensagem para você assim que ela me disse, senhor", respondeu Ben. Perfeito. Peguei meu telefone comercial para ver a mensagem. Eu tinha dado meu telefone pessoal para Opal. Franzi a testa ao ler. Não é o melhor bairro. "Qual é o nome dela?" Perguntei a Ben. Eu já sabia, mas queria ver o quanto ela contou para o Ben. "Ela me disse que se chama Opal", ele disse. Eu ergui uma sobrancelha para ele. "Vocês conversaram?" Perguntei. Ben deu um aceno. "Ela é amigável. Acho que isso a fez se sentir mais segura ao pegar uma carona de um estranho", ele disse. "Sobre o que vocês conversaram?" Eu perguntei. "Ela perguntou como foi minha noite, senhor. Depois ela me perguntou quem você é", ele disse. "O que você disse a ela?" Perguntei. "Disse a ela o seu primeiro nome, senhor, no mais permaneci em silêncio", ele disse. Ótimo. Eu não dei permissão a ele para falar com ela. Isso é o que eu mais gosto em Ben. Ele sabe seguir ordens. Eu tenho um problema de controle. Embora eu sinta que isso é o que vem com ser um Dom. Nem deveria estar nesta festa esta noite. Os outros na Loja de Animais sabem que eu não gosto que todos vejam o meu rosto. Ser CEO de uma empresa famosa me coloca em uma posição complicada aqui. Eu amo a Loja de Animais. Ir lá, participava do treinamento de Subs desde os 18 anos. Bem antes de assumir o cargo do meu pai na empresa. Mantenho isso em segredo há 12 anos. Felizmente, a Loja de Animais é super rigorosa com a anonimidade. Toda pessoa que entra precisa assinar formulários. Então, se eles quiserem espalhar que sou envolvido aqui, eu posso processá-los por tudo que possuem. E eu farei isso. Depois de conhecer essa Opal, estou feliz por ter vindo esta noite. "O que tem essa garota?" Perguntou Jenson. Eu olhei para o grupo de caras que estão jogando cartas lá fora. Todos eles são Mestres aqui. Jenson, que é co-proprietário do lugar junto com Greg. E tem o Beck, ele é um mestre em meio período e um lacaio de tempo integral para mim. Ele me ajuda a administrar o negócio. Meu fiel braço direito. "Eu não sei, mas gosto dela", admiti. "Ela é uma gata, com certeza", disse Beck. Eu assenti para ele. "Não acredito que ela se infiltrou aqui", disse Greg. "A garota provavelmente está traumatizada pelo resto da vida", riu Beck. "Não sei disso", eu disse. "Você disse que ela veio até aqui para escapar de um cara assustador", disse Jenson rindo. Esse cara assustador. Eu estava cético em relação à história de Opal. Depois de mandá-la embora com Ben, dei a volta pelo prédio e, com certeza, lá estava aquele cara esperando do outro lado da rua. Ele nem estava tentando esconder que estava esperando por algo. Agora ele é uma bagunça sangrenta no final do beco do outro lado da rua. Ele mereceu por tentar drogar uma mulher jovem. Encontrei as drogas no bolso dele. Forcei-as goela abaixo antes de me afastar. "Então você achou o tal cara assustador", acrescentou Beck. Eu abanei a cabeça. "Ela definitivamente veio até aqui sem saber o que é esse lugar, mas gostou do que experimentou", disse. "Você tem tanta certeza assim?" Greg perguntou. Eu sorri. "Ela me disse que estava molhada", eu disse. "Pshh", Beck riu. "Depois eu senti", eu disse. "É mesmo?", Jenson perguntou. Eu acenei com a cabeça. "Eu nem cheguei na sua v****a e já senti o quão molhada ela estava", me orgulhei. As sobrancelhas de Jensen se ergueram. "Sério?", ele perguntou. Eu acenei com a cabeça. "Então, você está me dizendo que essa garota maravilhosa entra aqui por acidente, apenas para descobrir que gosta disso? Parece bom demais para ser verdade", disse Beck. "Acho que ela é naturalmente submissa", eu disse. "De jeito nenhum", disse Beck. "Concordo", disse Greg. "O quê? De jeito nenhum", disse Beck. "Por favor, ela entrou no carro sem hesitar quando Kenzo mandou", disse Jenson. "Ela respondeu todas as minhas perguntas lá dentro também. Até me chamou de senhor sem que precisasse dizer nada. Só precisei empurrá-la um pouco", eu disse. Jenson riu. "Então, o que você vai fazer, chefe?", Beck perguntou. Eu recuei e refleti por um momento. O que eu vou fazer sobre isso? Ela era tão tímida. Eu teria que treiná-la para a posição. Embora possa ser divertido. Eu tenho tempo para isso, porém? Posso arranjar tempo para isso? Eu não sei nada sobre essa mulher. Apenas o primeiro nome e o endereço. O que devo fazer? Segui-la? "Beck, ligue para o Jack. Quero que o apartamento dela seja monitorado e quero todas as informações sobre ela que ele puder obter. E quero tudo", ordenei. "Eu faço isso amanhã", respondeu Beck. "Você faz isso agora", ordenei. Beck suspirou. Ele jogou as cartas na mesa improvisada deles. Então ele saiu de mau humor para fazer a ligação. Jenson riu. "Vai perseguir essa garota, mesmo, hein?", perguntou. "Eu não sei", admiti. "Melhor descobrir logo", disse Greg. "Por quê?", perguntei. Greg e Jenson se olharam, e ambos sorriram. "E se ela voltar para mais?" Capítulo 5-2: Não consigo esquecê-la Ponto de vista de Kenzo ___ Eu tenho ligado para Jenson ou Greg todos os dias em que eu não estou na Loja de Animais para ver se ela voltou para lá. Eu passo muito mais tempo lá na esperança de que ela volte. Mas ela ainda não voltou. Jack reuniu todas as informações que eu possa precisar sobre ela. Ele diz que ela só sai do apartamento para trabalhar na maioria das vezes. Embora, ele disse que ela volta para casa em horas aleatórias todas as noites. Ainda estamos aguardando a conclusão da verificação de antecedentes dela. Isso nos dirá qual é o sobrenome dela, de onde ela é e onde ela trabalha. Enquanto esperamos, Jack recolheu outras informações conversando com as outras pessoas que moram no prédio de apartamentos de Opal. Parece que Opal é solteira. Ela mora sozinha, com um gato. Seus melhores amigos são Marc e Kendra. Jack disse que os vê visitá-la com frequência. Felizmente, parece que Opal não tem saído para festas desde aquela noite. Por mais que eu deseje que ela apareça na Loja de Animais, fico feliz em saber que ela está pelo menos segura em casa. Não preciso me preocupar com mais perseguidores indo atrás dela. Ainda assim, estou ficando impaciente. Quero vê-la novamente. Sei onde ela mora, mas não quero parecer um perseguidor. Especialmente quando estou agindo como um nas costas dessa pobre garota. Mas não é culpa minha. Com meu cargo na empresa, tenho que ser extremamente cuidadoso com as pessoas na minha vida. E quero que Opal faça parte da minha vida. Quero que ela seja meu novo animal de estimação. Eu vi nos olhos dela naquela noite. Senti seus sucos nas coxas. Eu sei que a excitou. Mas há algo mais. Algo a mais sobre ela. Algo na forma como ela me olhou. Eu a quero mais do que já quis qualquer outra coisa na minha vida. De uma maneira diferente. Quero conhecê-la. Por dentro e por fora. Quero ouvir aquela voz inocente me contar sobre sua vida enquanto eu estou profundamente dentro dela. Tudo em que consigo pensar é como Opal ficaria linda pendurada no teto com cordas de seda. Em colocar aquela mordaça na boca dela. t*****r com a boca dela enquanto ela engasga comigo. Isso consome meus pensamentos. A ponto de eu m*l conseguir me concentrar na Loja de Animais. Vou lá para ajudar no treinamento, mas estou fora de sintonia. Fico muito perdido em pensamentos sobre Opal e acabo transando impiedosamente com as submissas. As pobres garotas não conseguem evitar de gozar, o que as fazem ser punidas por Beck. Maldito bastardo. Já tentei de tudo para tirar essa garota da minha cabeça. Nada funciona. É ridículo. Por que ela ocupa meus pensamentos assim? O que há nela que me atrai tanto? Por que não consigo simplesmente seguir em frente? Meu telefone tocou assim que saí do elevador. Tirei-o do bolso para ver que era o Jack. Bom, é melhor ele ter as informações prontas para mim. "Diga-me que tem boas notícias." Disse assim que atendi. "Bem, não posso." Ele respondeu. Bufei pelo telefone enquanto apertava meu celular. "Ainda estou esperando que a maioria das informações dela chegue, mas deve acontecer hoje." Ele disse. "Okay, o que você tem até agora?" Perguntei. "O nome completo dela é Opal Marie Evans. Ela tem 27 anos. Veio para a cidade vinda do interior há cerca de quatro anos. Tudo em sua vida familiar parece normal. Pais ainda juntos. Ela tem uma irmã mais velha e um irmão mais novo." Jack me disse. "Ok." Eu disse, instigando-o a continuar. "Isso não estava no relatório, mas descobri algo mais que acho que você ficará feliz em saber." Jack disse, e consigo ouvir o sorriso em sua voz. "O que é?" Perguntei enquanto caminhava para o meu escritório. "Bem, uma das vizinhas dela me parou hoje. Perguntou se estávamos namorando. Eu disse que não. Ela me disse o quanto isso é lamentável porque o último relacionamento de Opal terminou muito mal." Ele disse. "E por que isso deveria me deixar feliz?" Perguntei. Acabei de voltar para o meu escritório. Minha secretária June levantou-se e me deu um sorriso. Ignorei-a. Se não fizer isso, ela... "Bom dia, senhor. Espero que tudo esteja correndo bem..." Ela começou a dizer. "Estou ao telefone, June." Interrompi enquanto passava por ela. "Oh, desculpe por isso, senhor." Ela disse, empurrando-se na minha frente. "Só me avise se precisar de algo hoje. Qualquer coisa mesmo." June disse sedutoramente. Empurrei-a para passar e chegar ao meu escritório. Droga. Deixei a mulher me chupar uma maldita vez, e agora ela está em todo lugar. Anotação para mim mesmo: nunca mais t*****r com outra das minhas secretárias. "Só pensei que você ficaria feliz em ter a confirmação de que ela não está em um relacionamento." Jack disse com uma risadinha. Fechei a porta do meu escritório e fui para minha mesa. "Só me ligue de novo quando tiver informações reais." Disse a ele. Desliguei o telefone e suspirei. Não consigo acreditar nas extensões que estou alcançando para encontrar uma maneira de entrar na vida dessa mulher. Sinto-me um maldito perseguidor. Quase tão r**m quanto aquele cara que a seguiu para fora do clube naquela noite. O que vou fazer quando finalmente entrar em sua vida? Não posso simplesmente pedir diretamente para ela ser minha submissa. Talvez eu possa levá-la de volta à Loja de Animais e convencê-la a se soltar. Sei, daquela noite, que ela gosta desse tipo de coisa. Fico pensando no que mais ela gosta. Fui em direção à porta do meu escritório para abri-la. "June, vá pegar um café para mim." Eu ordenei."Sim senhor." Disse June enquanto ela pulava. Esperei na porta enquanto ela se afastava. Algumas outras secretárias que tinham vindo até aqui para pegar coisas para seus funcionários passaram. Estão cochichando entre si. "Você acredita que ela já está aqui há tanto tempo?" Perguntou uma. "Eu sei. Quem diria que aquela garota conseguiria sobreviver tanto tempo trabalhando para o Sr. Mackley." A outra riu. "Ela é completamente inútil para ele. O pobre velho só tem dó dela." Disse a primeira. Não é o Sr. Mackley o chefe do departamento de contabilidade? De quem essas garotas estão falando? Da secretária dele? "Ei, pelo menos ela perdeu todo aquele peso e parou de ir à sala de descanso." Disse a segunda garota. "Certo." A primeira riu concordando. "Graças a Deus não precisamos ver muito de Opal Evans." Eu congelei. "Aqui está o seu café, senhor." Disse June enquanto me entregava minha xícara de viagem grande. "June." "Sim senhor?" "Você sabe quem é Opal Evans?" Perguntei a ela. "Oh, sim. Ela é essa garota super sem graça e comum que trabalha em alguns andares abaixo. Ela é secretária de Ted Mackley." Ela me disse. Sorri enquanto voltava para meu escritório. Bati a porta antes que June pudesse dizer mais alguma coisa. Então, a minha pequena querida esteve bem debaixo do meu nariz o tempo todo. Que maravilha. Meu telefone começou a tocar me tirando dos meus pensamentos. "Alô Jack." Respondi. "O resto do relatório chegou. Você nunca vai adivinhar onde sua pequena joia trabalha." Ele disse divertido. "Indústrias Suzuki."
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