Pete estava excessivamente pálido. A cirurgia havia sido realizada durante a madrugada e, apesar de bem-sucedida, seu semblante denotava uma fraqueza extrema. Cheguei ao hospital antes das 8h da manhã, ansiosa para vê-lo. — Nana... — Sua voz soava fraca e trêmula. — Senti... tanto... a sua falta... — Não se esforce para falar, Pete. Estou aliviada que a cirurgia tenha corrido bem, embora eu só tenha sido informada pouco antes de vir até aqui. — Pedi aos meus pais... para não te dizerem... não queria... aumentar a sua preocupação... — Você sabe que pode sempre contar comigo... ainda mais agora que somos namorados. — Minhas bochechas coraram enquanto pronunciava aquelas palavras. Decidi interromper qualquer resposta de Pete, envolvendo-o em um abraço e depositando um beijo carinhoso em s

