A sensação de alívio ao ver Pete se recuperando era rapidamente engolida pelo temor que emanava dele. Seu semblante se tornara sombrio, despertando em mim uma profunda inquietude. — Pete, o que aconteceu? — perguntei, preocupada. Ele me fitou intensamente, soltando um longo suspiro antes de falar: — Anna, estou preocupado. Você não tem ideia do quão terrível é estar preso nesta cama de hospital, incapaz de fazer algo para ajudar! E tenho medo... Medo de te perder para sempre, toda vez que você atravessa aquela porta! As palavras dele me atingiram em cheio. Fiquei sem reação, abaixando a cabeça e pedindo desculpas em um sussurro. — Desculpe... Você sabe que se eu não fizer nada, todos que amo irão morrer. Minha mãe, meu pai, você... Também tenho medo, medo de ser pega de surpresa por S

