Capítulo 11 - Érina

2449 Palavras

Não me lembro do momento em que adormeci. Me lembro das imagens macabras que vi, do horror em meu peito, do susto que levei com as cenas e de Sore. A mulher sexy e bonita, que não se importa com o sangue no rosto. Mas, o momento em que me deitei não me recordo de jeito nenhum. — E aí, bela adormecida? — Sorriu Dom, coçando a barba ruiva. Eu sentia enxaqueca, tentei me levantar e me deparei com os pulsos presos. Presos? Como assim, presos? Quando me dei conta, estava tremelicando os pulsos insanamente, achando que chacoalhar algo iria resolver de alguma coisa. — Ei! Ei! Ei! Ei! — Dom me impediu de continuar, viu meus olhos arregalados e tentou me acalmar. — Se continuar a fazer isso, vai cortar os próprios pulsos. As correntes são pesadas e improvisadas, então precisa parar, ok? — Como

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