Lis caminhou de um lado para o outro do quarto como se não soubesse o que fazer, achava impossível que fosse verdade, mas precisava saber. Saiu do quarto usando os chinelos do hotel e bateu na porta do quarto, ensaiou algumas desculpas e por fim decidiu que pediria um isqueiro ou um fósforo se outra pessoa abrisse. Mas foi Pablo que abriu e ela respirou fundo quando o viu, mas se preocupou em seguida. - Foi ele não foi? Lis foi puxada para dentro do quarto, ele precisava da mulher junto a ele, queria pedir perdão, dizer que a amava, perguntar milhões de coisas, mas só a abraçou e aproveitou a sensação rara que só ela podia oferecer. - Estou bem, boxeadora, foi o chefe. - IVAN?!?! Ela se afastou com raiva e confusa ao mesmo tempo. - É uma história longa e não temos tempo, mas

