Saímos divididos em dois grupos, com dez guerreiros em cada, determinados a encontrar Anika. Eu caminhava ao lado de Gael pelos túneis sob o território humano; o esgoto era escuro e o cheiro, insuportável. Estávamos procurando há horas quando, finalmente, senti o rastro dela. Era fraco, quase imperceptível, mas era ela. Fiz sinal para que Gael e os guerreiros mantivessem silêncio absoluto. Avancei com cautela até parar diante de uma porta de aço maciço. Meu coração disparou. Precisei respirar fundo várias vezes para conter o impulso de derrubar tudo; precisava agir com inteligência. Entrar sozinho, em desvantagem numérica, seria imprudente. Abri o elo mental com Dario e avisei nossa localização. Ele respondeu prontamente que estava a caminho com o restante dos guerreiros. O resgate se

