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1711 Palavras

Assim que cheguei em casa revirei minhas gavetas até achar a carta que a Cristal havia deixado para a irmã. Abri com cuidado e comecei a ler. " Uma vez Gandhi disse que devemos ser a mudança que devemos ser no mundo. Acho que eu nunca quis ver o mundo em guerra, como é nos morros. Mas o ditado é verdadeiro, aqui se faz, aqui se paga. Não sei porquê, eu nunca soube, mas eu sempre me senti em divida com a Bruna. Ela sempre foi um anjo em nossas vidas, desde quando nos conhecemos. Até no começo, quando não nos gostávamos ela estava nos salvando, como quando tivemos que ficar na escola até mais tarde por causa de uma briga, e não presenciamos uma invasão no morro. Tão pequenas e tão arteiras não é mesmo? Mas sempre foi seu destino estar com o Pirata e o meu com o Índio. Mas Deus tem um propós

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