Parte II — E daí?

4790 Palavras
O carro foi estacionado na garagem, os assuntos bobos que puxaram na estrada silenciaram-se assim como a música baixa que tocava no rádio. Ambos desceram e entraram no apartamento simples do Jeon mais novo. Yoongi deu uma boa olhada no lugar onde seu irmão vivia sozinho, seus olhos curiosos captavam os pequenos detalhes que lhe contavam coisas que, nesse tempo distante, não sabia sobre o outro, mas não teve muito tempo para isso. Jungkook segurou sua mão e o levou para o sofá, então dedicou sua atenção inteira a ele a partir daquele momento. Tinha tanta coisa a lhe dizer e mesmo assim não sabia exatamente por onde começar e a realidade é que não estava 100% livre de seus medos, porém estava decidido a não fugir mais. — Estou te ouvindo. — foi incentivado tanto pela fala quanto pelo aproximar sorrateiro do irmão, que encostou a coxa na sua e segurou sua mão. Respirou fundo e encarou Jungkook nos olhos. Talvez soubesse bem por onde devia começar, sendo sincero com seus sentimentos, com tudo do que fugiu todo esse tempo. — Sei que somos irmãos — começou, inseguro. —, na verdade, isso me torturou por um longo tempo, mas isso não impediu que esses sentimentos crescessem dentro de mim... Você sabe que eu amo você, Jungkookie, e também sabe que fugir não deu certo como imaginei. — riu sem jeito e encaixou a mão na de Jungkook. — Eu ainda tenho medo, mas eu quero ficar com você. Eu sempre soube que não podia fugir para sempre e tudo começou a perder o sentido. Eu afastei tudo e de nada adiantou, até mesmo vir a Busan era assustador para mim, porque eu sabia que, estando perto, seria inevitável. Esses momentos que tivemos... Pode achar que não, mas o meu coração sempre cede muito fácil a você e parece que o universo está sempre conspirando para nos manter juntos, especialmente hoje, ou eu só realmente cheguei no meu limite. Eu nunca pude negar meu amor por você, mas eu o evitei e agora eu só quero experimentar isso. E pela primeira vez se permitiu pensar de uma forma diferente sobre o conforto que sentia ao lado de seu irmão, livre de culpa, de se ver como uma abominação. Só queria apreciar aquilo sem se autocriticar por isso, acabar com seu sofrimento e com o do mais novo, que já tinha um sorriso riscado na face. — E o que isso quer dizer? Que você desistiu de tentar fugir? O mais velho inclinou a cabeça levemente, assentindo. — Eu sei que fugi. — retornou a falar. — E te fiz m*l, mas agora eu estou pronto. Podemos começar de novo... Reescrever nossos destinos. Yoongi renegava aquele destino que lhe fora imposto, renegava o sangue que o unia de forma injusta ao amado, renegava qualquer motivo que o impedisse de ser dele, pois nenhuma proibição, nenhuma moral, nenhuma condenação eterna poderia ser mais dolorosa ou tenebrosa que aquela distância que se auto impôs de Jungkook. Vivia como metade e estava cansado! Então... E daí? E daí? E daí!? E daí se aquele amor era tido como imoral? E daí se enfrentariam a revolta dos homens ou dos deuses? E daí se diziam que, ao tocá-lo, para o inferno o enviaria? Preferia ser condenado ao inferno por segundos, míseros segundos, nos braços de quem amava, que uma vida longa em extrema desgraça sem o ter. Então, sim, reescreveria o destino, ou melhor, escolheria o destino que queria, que o faria feliz. Já o mais novo não conseguia conter a sensação de euforia que tomava cada partícula do seu corpo, de sua alma. Esperou tanto, chorou tanto, mas passaria tudo aquilo de novo, pois agora o teria para si. Suas mãos não conseguiam ser contidas, tocava-lhe a face e dedilhava cada traço como uma obra de arte, pois daquela boca pequena e rosada saiu a sentença de absolvição do inferno que viveu durante os cinco anos de distância. Saiu a permissão para se reconectar, através do tato, com a sua outra metade. — Eu não consigo explicar o momento exato, eu nem sei se começou aqui nesta vida, eu só sei que sempre foi você. — Jungkook levou a mão até a marca no pescoço alheio, alisou suavemente e fora agraciado com o suspirar satisfeito do outro Jeon. — Éramos irmãos e quando percebi que essa condição me impedia de ter você como eu queria, eu a reneguei ali. Amo meu pai, amo minha mãe, mas amar você, Yoongi... — suspirou pesado. — É intenso, é intrínseco, é uma parte vital do que eu sou. Minha essência... — buscou com receio nos olhos gateados, que agora estavam marejados, e encontrou ainda a mesma certeza de que agora era real. — Eu não sei que espécie de Deus c***l me fez teu irmão. Tantas vezes me questionei porque estava sendo castigado. Por que o preço da felicidade parecia tão caro? Mas quando você se distanciou de mim, eu percebi que não te ter aqui era o real valor que não podia pagar. Então eu te esperei, pois o que nos liga resiste ao tempo, à distância e acredito que até à morte. — mesmo sem saber, reafirmou algo que já vivenciava, o amor tão forte, mas tão forte, que a morte não destruiu. — Então, agora, se for o preço para te ter, abdico o Jeon para ser teu de corpo. — encostou a sua testa na do menor, resvalando o seu nariz levemente grande no pequeno de Yoongi. Não conseguia mais não tocar na pele que tanto amava. — Então eu te peço, Jeon Yoongi, seja meu parceiro, meu companheiro, meu amor. Eu prometo ser a sua casa, te proteger quando se sentir solitário, tomar os seus medos, ser a sua rocha e te fazer extremamente feliz, pois você é tudo que eu desejo, o único que carrega aqui, — toca no peito do menor. — Não só a outra metade do meu coração, como da minha alma. — Não, eu não quero isso. — falou, surpreendendo o outro e este sentiu seu coração falhar devido ao medo, então o toque terno, assim como o sorriso, lhe alcançou a face e o pensamento do Jeon mais velho fora concluído. — Não abdique nosso nome. Nascemos como Jeon e seremos Jeon até nossa morte, mas não precisamos ser Jeon Yoongi e Jeon Jungkook irmãos, seremos Jeon amantes, um casal como qualquer outro que compartilha o sobrenome. Jungkook abriu um sorriso imenso ao lhe ouvir. Algo em seu peito se agitou, sentiu uma nostalgia que não sabia a que momento exato de sua existência ligar. Sua alegria inconsciente vinha da marca que Yoongi acabara de firmar entre eles. Há dois mil anos atrás, culturalmente delimitada por uma mordida profunda e a injeção dos feromonios do lobo alfa em seu ômega e atualmente na união de sobrenomes. É claro que sempre foram Jeon, mas Yoongi havia ressignificado; se pertenciam não mais como irmãos, mas como amantes, como todos os rótulos que o mais novo pedira. — Eu não acredito que finalmente está acontecendo. — riu, mais que satisfeito, e agarrou a nuca do seu eterno Jeon, não mais seu irmão mais velho, seu amor, para sempre. — Yoonie... — Shh... Após seu pedido de silêncio, Yoongi beijou Jungkook mais uma vez naquela mesma noite e tudo que o rapaz alto conseguia pensar era que podia muito bem se acostumar a isso e iria, porque ter Yoongi se tornaria natural, como devia ter sido desde o começo, desde que era jovem demais para entender porque seu amor era errado. Quem havia decidido isso, afinal? Pessoas que não o conheciam e não conheciam Yoongi e o amor que ambos sentiam. Arrepiou-se ao sentir os dedos magros penetrarem seus cabelos, os apertando com certa força, lhe deixando claro o ânimo que tomava conta do corpo pequeno em seus braços. Recebeu uma mordida em seu lábio e um olhar sedutor que fez todos os pelos de seu corpo se eriçarem em desejo. — Jungkookie, me faça seu de todas as formas. Ame também meu corpo. Me faça esquecer qualquer medo ou dúvida que ainda me resta. Não precisou dizer muito mais, afinal, além do amor, sempre guardou um desejo devastador pelo irmão. Um desejo tão forte que o impedia de tocar qualquer outro. Por mais que Jungkook tenha saído com outros homens e tivesse ficado íntimo deles de diversas formas, nunca conseguiu segurá-los em seus braços e ir até o final, porque Yoongi sempre lhe vinha à mente, era apenas seu corpo que desejava. Amor não era a única coisa que tinha a negar para os outros. Tudo nele apenas clamava pelo único dono de seu coração e não era justo tomar outros corpos com esse pensamento. Era como se, além da vaga lembrança daquele amor de outrora, o corpo de Jungkook lembrasse de promessas passadas — lembrava-se daquela última noite antes de chegar em Teldrassil, da promessa dita para si mesmo ao terminar de tomar o corpo do — na época — Min como seu — e, então, rechaçava o toque final do sexo, negava-se a ter uma relação mais profunda com outro que não fosse aquele que era o seu prometido, o seu, e pra sempre seu, Yoongi. E agora, depois de milênios, entregaria o seu corpo, desta vez por inteiro, para o único que lhe tomava de corpo e alma. Reacenderia o incêndio que só os lábios finos e rosados poderiam começar, pois cada toque de Yoongi lhe queimava e o fazia sentir que finalmente vivia. E começou lentamente, sugando os lábios de Yoongi como o mesmo fazia. Jungkook levou suas mãos grandes até a nuca do menor, enroscando os seus dedos nos fios do outro, aprofundando o beijo com a sua língua, tomando o gosto alheio para si, relembrando da textura da língua do mais velho, relembrando dos seus gemidos baixos, que eram abafados por mais beijos. O gosto dos lábios um do outro era com o ar e, como vítimas de afogamento, buscava os beijos em desespero. Era tão diferente, não só dos tantos outros com quem saiu, afinal, diferente do Jeon mais novo, Yoongi não se resignou ao celibato; teve vários "amantes" em sua busca inútil pelo esquecimento. Mas cada novo toque de outro era como um autoflagelo, pois sua alma doía e o prazer carnal adquirido com o ato era tão amargo que chamá-lo de prazer era uma blasfêmia. Então os toques simples de Jungkook eram como o céu, os lábios pequenos eram a peça de encaixe perfeita com os seus, as línguas se movimentavam com sincronia, fazendo, assim, Yoongi entender, em prática, o que era queimar em prazer. — Eu te amo... — soltou a frase entre os beijos. — Meu, meu, meu... Jungkook repetia o pronome possessivo como um mantra, como uma reafirmação e como uma reivindicação explícita do mais velho. Já Yoongi sentia-se derreter nos braços fortes que lhe apertavam a cintura com tanta posse. Aceitava que era do outro, assim com este era seu. E depois de tantos beijos, a culpa era uma palavra sem sentido, que não tinha lugar naquele amor que nutria por Jungkook. Então gemeu alto o seu nome. Pela primeira vez deixou o mais novo escutar, no tom de sua voz, o quanto era desejado por si, o quão necessitado Yoongi era por si. Era como se o universo estivesse retomando seu curso e se realinhando, porque finalmente o pedido de outra vida estava sendo atendido. Ali, nos braços um do outro, a linha moral que dividia certo e errado era tênue o bastante para ser rompida sem nenhum arrependimento. Suas mentes divagavam apenas na sensação de seus corpos e nada mais. Jungkook havia pensado em levar Yoongi para seu quarto, deitá-lo em sua cama e amá-lo como sempre quis, mas, à essa altura, os beijos calorosos diziam que tudo aconteceria ali mesmo, naquele sofá, pois Yoongi já havia subido em seu colo e desabotoava cada casinha de sua camisa branca, enquanto mordiscava seus lábios em meio as sugadas. Quando conseguiu deixar o tronco exposto, Yoongi o encarou cheio de lascívia e lambeu os lábios, deslizando os dedos por casa músculo bem trabalhado e rígido. — p***a, você ficou tão gostoso. — falou com a voz trêmula. Logo deixou de apreciar a semi nudez exposta de seu amante e voltou a beijá-lo, ansioso. Talvez estivesse mais e******o que o rapaz sob si. Mesmo que desse para sentir como o mais velho era experiente se comparado ao outro, o modo como remexia sua b***a sobre a ereção que se despertava rapidamente, como deslizava os dedos entre os cabelos e o encarava de modo tão ousado ao gemer requeria muito autocontrole de Jungkook. Mas apesar de ainda ser virgem, este tinha alguns truques nas mangas para satisfazer seu amado. Agarrou sua b***a macia com suas mãos grandes e a apertou com força, recebendo uma reação positiva do mais velho, que ergueu o rosto e soltou um gemido longo, cheio de manha. Fez sua boca caminhar pela pele clara, a deixando com marcas leves. — Desabotoa sua camisa, quero ver. — pediu com um olhar profundo. Yoongi não só tremeu como achou impossível lhe negar qualquer coisa. Então desocupou suas mãos do corpo alheio e começou a desabotoar sua camisa de forma obediente. Expôs seu tronco pálido, os m*****s rosados e durinhos que, assim que foram vistos, tiraram Jungkook de si. O rapaz soltou a b***a do irmão e agarrou suas costas, afundou o rosto em seu corpo e gemeu só de sentir o cheiro fraco de sua pele. Percebeu que Yoongi não cheirava a flores, mas ainda assim sentia-se inebriado pela marca desse cheiro em sua mente. Abocanhou os m*****s pequenos e teve seus cabelos puxados, assim como um alto gemido de satisfação. Sugou o biquinho, prendendo a pontinha entre os seus dentes em um leve mordiscar. Logo sentiu o corpo do mais velho estremecer e apenas passou a língua na marca dos seus dentes, dando um pequeno acalento para o lugar machucado. Já Yoongi, apesar de ser o experiente, percebia não ter qualquer autocontrole quando se tratava dos toques de Jungkook. Era tudo muito diferente, muito mais intenso. O toque do outro em sua pele parecia transpassar o seu tecido epitelial e lhe tocar a alma em um afago sensual, mas que, ao mesmo tempo o fazia sentir todo o desejo do outro, também lhe mostrava toda a profundidade do amor de Jungkook por si. Então agarrou-se nos fios longos do cabelo do outro, rebolou mais em sua ereção e choramingou com cada novo toque do seu homem. Arrepiou-se com as unhas curtas de Yoongi em sua nuca; gostava daquele toque de dor, despertava-lhe uma fera reprimida. Então Jungkook firmou as mãos grandes na cintura esguia, tão clara, e em um movimento rápido trocou as posições. Jogou Yoongi no estofado escuro, sua camisa branca desabotoada e sua pele tão alva fazia um contraste com o móvel. O Jeon mais velho parecia tão frágil daquela forma ofegante, com seu corpo com marcas, ainda que claras, suas, com a ereção tão evidente... Jungkook queria devorá-lo. E sem se conter, o fez. Retirou a camisa de vez e mordeu qualquer pedaço de pele que via, os quadris inquietos sarravam nos dos mais velho, mostrando que, mesmo que quisesse degustar o corpo do menor com calma, a ânsia por Yoongi ainda era bem latente. E quando Jungkook finalmente chegou no cinto da calça alheia, gemeu sob a ereção. Em desespero, tirou cada peça de roupa, finalmente o tendo completamente nu só para si. — Você é perfeito... — beijou-lhe a virilha, arrancando um gemido ansioso. A presença de Jungkook em uma área tão íntima quase o levava às lágrimas, tamanho prazer. O arfar quente da respiração alheia o fazia gotejar e seu buraquinho piscar, e cada mínimo detalhe da reação do corpo alheio era capturado pelos olhos atentos do Jeon mais novo, que tocou com a ponta da língua o líquido pré seminal, que já escorria pelos testículos rosados, sentindo pela primeira vez um pouco do gosto de Yoongi em sua língua, além de suas coxas, que, em um ato impulsivo, prenderam o rosto de Jungkook ali entre as suas pernas. — Shh... meu Yoongi. — tranquilizou o corpo trêmulo com sugadas nos testículos inchados do outro. — Eu irei cuidar de você. — J-Jungkookie... — prendeu seus dedos nos fios negros, descontando o prazer ali. Yoongi não precisava nem pedir, pois o outro tinha uma fome devastadora de seu corpo. Não ficaria saciado até tocar cada parte, fosse com seus dedos ou com sua boca. Se imaginara vezes demais naquela situação e sua boca estava curiosa para descobrir a sensação de ter o p*u do outro acomodado dentro de si, assim como seus outros sentidos ansiavam pelas reações que isso causaria. Deslizou sua língua uma última vez pelos testículos rígidos e passou direto para a base do pênis erguido. Sentiu o gosto da pele impregnar seu paladar, que tinha pouco do sabor do pré-g**o, até alcançar sua glande, onde Jungkook abocanhou, chupando devagar, enquanto esfregava sua língua na saída da uretra e cravava as unhas nas coxas brancas. O Jeon mais velho arfava baixinho, apertando ainda mais os cabelos do irmão, e, sem conter mais, empurrou seus quadris contra o rosto, antecipando a entrada em sua boca. Arrepiava-se só de se imaginar enchendo a boca pequena de Jungkook, mas não conseguia olhar, porque seu corpo arqueava-se de prazer e sua cabeça se afundava mais e mais no material fofo e escuro do sofá. Mas não era o único tendo seu estímulo visual privado, já que Jungkook queria tanto ver seu rosto contorcido de prazer, mas tinha o seu todo enfiado na virilha alheia, sugando forte seu p*u molhado e quente, que pulsava em sua língua e tentava desesperadamente tocar sua garganta. Mas apesar dos gemidos do menor mostrarem o grau do prazer que sentia, o outro não estava satisfeito só com aquilo; tinha muito mais daquele corpo que queria tocar. Então, rapidamente, levou a mão ao cós da própria calça e se apressou a desabotoar e descer o zíper. Logo tocou sua ereção, que pingava e era exatamente isso que desejava. Com os dedos ensopados, parou de se tocar e os levou para o buraquinho apertado de Yoongi, que contraiu-se com o primeiro contato, logo relaxando as carícias. As coxas finas do mais velho prenderam sua cabeça com ainda mais força entre elas, porém seus dedos libertaram seus fios e se agarraram ao sofá. Estava ofegante, extasiado com tão pouco. Ainda eram só toques de estimulação, mas sentia seu corpo estranho, era como se Jungkook, que nunca o tinha tocado antes, soubesse exatamente cada ponto onde era mais sensível e como gostava que o fizesse. — Yoonie... — chamou baixo, abandonando o p*u que tinha na boca e beijando sua barriga ao mesmo tempo que tentava meter seu dedo dentro do cuzinho, que pulsava. Jungkook lhe agarrou pelos quadris e o fez virar de costas, encaixou-se sobre si, deixando seu p*u adentrar as nádegas fartas e roçou ali, o ensopando. Livrava-se do terno, de sua camisa desabotoada e da gravata, sentindo a b***a empinada rebolar atrás de mais prazer. Logo deu continuidade aos seus desejos, começando por beijar a orelha e pescoço, chupando e deixando uma marca sobre aquele sinal que o mais velho tinha em seu pescoço desde que nascera. Então caminhou por suas costas, aspirando o cheiro doce da pele e mais uma vez se encontrava entre as pernas, porém com um novo alvo. A região da b***a de Yoongi era praticamente a visão do paraíso. As bandas redondinhas e tão empinadinhas podiam ser a personificação da perfeição, e, quando tão molhadas de seu prazer, deixando-as pegajosas com sua p***a, ativa um lado animal que Jungkook nem sabia que existia. Desceu a primeira palmada contra a pele branca. A vermelhidão logo se espalhou pela área e a forma de sua mão se fez na tez alheia. — M-mais... — implorou, sôfrego. O tapa estalado não fez apenas a pele atingida esquentar e formigar; todo o seu corpo sentiu o comichão do tapa e até um pouco mais de p***a deixou o seu pênis, sujando o sofá. Sentia-se tão quente e logo se pôs de quatro, empinando mais a b***a pro mais novo, deixando claro, através do vai e vem do seus quadris, que queria mais palmadas de Jungkook. — Hum... — com uma das mãos, tocou suavemente a espinha alheia até chegar os seus cabelos e, com a outra, alisou a área vermelha. — Gosta bruto, Yoonie? Perguntou, mas logo deu outro tapa e puxou os cabelos do Jeon mais velho. Analisou como as preguinhas piscavam em ânsia e sem dó, pois usou mais força, golpeou a área pregueada. Era praticamente inacreditável para si aquela visão. Tinha começado a noite sem qualquer pretensão de chegar tão longe — no mínimo imaginou ter os lábios do amado nos seus e já estaria feliz. Porém aquilo, o primeiro toque de sua língua nas pregas molhadas de p***a, era praticamente utópico, por isso mapeava cada textura devagar, por mais que estivesse salivando para ir mais fundo para conhecer o interior quente, aproveitou os primeiros momentos daquele sonho. Segurou os quadris parados e entrou mais um pouco dentro, molhando cada vez mais o menor. Já Yoongi empurrava a sua b***a cada vez com mais vigor na direção da língua molhada e quente. Arrepiava-se com o contato cuidadoso e exploratório do seu interior. Levou as suas unhas até o sofá e se segurou ali para não desmoronar, porém foi inevitável tal ação ao sentir o músculo completamente em seu interior e as unhas de Jungkook em sua pele. Os gemidos de Yoongi eram música. Diferente dos outros que já teve, aquele som só fazia Jungkook querer mais. Queria entrar no interior dele, ver suas pregas se abrindo ao extremo para lhe receber, sentir o calor que sentia em sua língua em seu p*u. E para aliviar um pouco sua angústia, afinal sabia que não podia entrar em Yoongi agora, Jungkook cessou o beijo grego e por alguns momentos levou a glande na entrada de Yoongi, encaixando apenas a cabeça. Segurou a sua base e punhetou-se, gemendo baixo em prazer, maltratando mais aquelas bandas com o peso de suas mãos. Encheu a entradinha alheia de pré g**o e, indo contra a sua vontade, tirou a glande dali e levou dois dedos a pequena poça, espalhando o líquido ali para o interior quente e as coxas já um pouco molhadas. Entrou até o fundo, alargando cada vez mais o menor. Por mais que gostasse daquela visão, sentia saudades do corpo pequeno. Sem tirar os dedos, o trouxe até o seu peito, o forçando a quicar em seus dígitos. Abraçou o corpo suado e deixou beijos e mordidas naquela marca que amava, além de juras de amor para aquele que era seu. Yoongi não sabia o que mais lhe tirava o senso, se os dedos compridos que lhe penetravam fundo ou a doce voz de Jungkook, sussurrando roucamente contra sua pele. Estava arrepiado e e******o como nunca, sentindo seu interior se alargar para os ataques certeiros que recebia. Rebolou um pouco mais rápido, ajudando a acelerar aquele processo para adiantar o que realmente queria: sentir o p*u inteiro, duro e molhado como estava, o fodendo de jeito bruto, tendo em vista que seu irmão já sabia que era disso que gostava. Ter sua pele apertada, agredida, mordida, beijos intensos, movimentos que impulsionavam seu corpo; era esse tipo de sexo que Yoongi gostava e m*l podia esperar para ver como Jungkook o tomaria para si. Então sentiu um terceiro dedo lhe invadindo e um leve beliscão em seu mamilo, que o fez ficar apertadinho de t***o. — Você sabe que vai me deixar louco assim, não é? — reclamou manhoso, mostrando como estava desesperado de t***o. E tudo o que recebeu foi um incentivo mais forte em sua entrada, junto a um beijo molhado, com a presença marcante da língua de Jungkook em sua boca, até sentiu seu corpo amolecer quando a ponta da língua alheia esfregou-se devagar pelo céu de sua boca. Era o momento. Chegara ao seu limite. Não podia aguentar um segundo a mais com aqueles dedos, embora muito habilidosos, brincando dentro de si. — Jungkookie. — chamou, segurando seu pulso e o fazendo parar com o carinho. — Já basta. — Tem certeza? Se tinha certeza? Claro que tinha. Nunca havia recebido tantos estímulos e de forma tão demorada. Até parecia que o mais novo estava preocupado em machucá-lo, porque tinha certeza, pelos contatos anteriores, que este sentia tanto ou mais t***o que ele mesmo. Levantou-se do sofá e o outro sentou-se para encarar seu corpo nu, parado bem na sua frente. As curvas, a pele recém maculada e o olhar o fizeram gemer só de encarar. — Olha como você está duro. — falou, fitando o pênis exposto e lambeu seus lábios. — E olha como já me deixou. Dito isso, o rapaz virou-se de costas e empinou-se um pouco, segurou suas nádegas avermelhadas de todas as palmadas deliciosas que ganhara e as afastou, deixando seu cuzinho à mostra para que Jungkook visse como estava pronto para lhe receber, pois estava completamente ensopado de todos os seus fluídos e completamente relaxado das dedadas demoradas. Yoongi voltou a encarar o irmão, vendo o resultado de sua ação. Ele tremia, sentado no sofá, com o p*u bem apertado entre seus dedos, a ponta inchada escorria e tinha uma coloração mais forte. "Perfeito", pensou o mais velho, enquanto agarrava as calças de Jungkook e as retirava por completo, deixando seu corpo tão nu quanto o seu. — Jungkookie — falou de repente, se aproximando devagar e, então, sentou-se de modo sensual sobre as coxas grossas. Jogou os braços cobre os ombros e atou as mãos atrás da nuca. E ao encará-lo bem nos olhos, foi atrás de sanar uma dúvida que lhe parecia insana, mas que lhe pegara na forma como o rapaz estava agindo tão cauteloso. — Você já fez isso antes? E como os quadris de Yoongi não conseguiam ficar quietos, remexendo para cima e para baixo, forçando uma deliciosa fricção entre suas ereções, Jungkook não pôde realmente falar, mas agitou levemente a cabeça para o lado, negando. Yoongi gostou da resposta e também do desespero do seu homem ao tê-lo tão afoito em seu colo. Saber que Jungkook nunca tinha feito aquilo, pelo menos não até o fim, já que ele demonstrou ser tão bom em preliminares, o deixou ainda mais e******o. — Então como enlouquecia seu namoradinho? — provocou com deboche. Mas m*l deixou o Jeon mais novo ter tempo de lhe responder, pois já pegava o pênis molhado e enfiava entre as suas coxas, já bem molhadas pelas preliminares anteriores. Apertou mais a glande ali, praticamente espremendo o pré g**o do outro, o escutando ofegar e fechar os olhos ao jogar a cabeça para trás de tão entregue, deixando o seu pomo-de-adão, viril e suado, bem à mostra. E sem se conter, o mais velho sugou a região, lambendo o sabor salgado de sua pele e também lhe marcando. — Como brincava com os seus namoradinhos? — insistiu, provocativo, arranhando o peito forte e tingido pela tinta preta da tatuagem. — Sua boca é muito boa, mas apenas isso? Insistia. Seu ego necessitava daquilo. Era egoísta e hipócrita, afinal não se guardou para ele, mas queria escutar a voz em um tom rouco, já que não poupava esforços em excitá-lo, lhe dizendo que o esperou, que só o seu corpo podia satisfazê-lo. — Não podia ir até o fim com outro... — Jungkook segurou os cabelos do menor e o fez lhe olhar. — Era isso que queria escutar? Que eu te pertenço tanto que até sem compromisso ou presença você era o único dono do meu corpo e que este só podia, e queria, encontrar o prazer do sexo, em sua totalidade, com você? — Sim... — não conseguiu conter-se e o beijou sem suavidade alguma. Era puro desejo que fazia Yoongi devorar os lábios pequenos, os prendendo entre os seus dentes. — Eu queria escutar isso, que nem Yugyeom ou qualquer outro vai te ter como eu. E mesmo que seja egoísta, eu amo saber disso, saber que teu corpo é meu e só eu explorarei ele a fundo. Yoongi queria chupá-lo. Jungkook estava tão sexy entregue a si, mas sabia que isso era algo que poderia já ter sido feito por outro e que também poderia saciar esse seu desejo depois. Agora queria mostrar algo novo, apresentar a Jungkook uma sensação até agora desconhecida por si.
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