Capítulo 71

702 Palavras

São Paulo, dia 26 de julho de 2016. 14 hrs. Soltei a fumaça, logo deixando o vento levar, e olhei para o Magrão que riscava aquela parede enorme com um pedaço de gesso que tinha caído ali dentro. Devia ser dessas paredes velha aí. Ele escrevia algumas paradas lá, que eu nem prestava a atenção, só ficava fumando e olhando tudo ao redor daquele pátio. Alguns manos jogavam bola, outros conversam em rodas, ou ficavam no canto observando tudo também. Estranhei pra p***a por não ver o filho da p**a do GG a dias no banho de som. Tava estranho isso pô! Do nada o cara some? Ih, sei não. Outra que sumiu foi a Jade, desde aquela nossa última consulta que voltamos a ficar de boa, não tive mais nenhuma com ela, e nem se quer saia da cela pra ter consulta com outro psicólogo. Não fazia a mínima i

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