Estou sem humanidade, não burra!

983 Palavras
Kol Mikaelson — Tem alguma coisa errada. – Digo entrando na sala onde todos conversavam sobre alguma coisa que não é importante. — Lídia me ligou, mandou a gente ir agora pra Beacon Hills, aconteceu algo com a Destiny. — Eu vou abrir um portal. – Freya diz se levantando e Hope vai ao lado dela, tentar a ajudar. Logo um portal vermelho se abre, e todos passamos nele, entrando em um tipo de Loft. Onde os amigos da Destiny estavam. — O que aconteceu com a minha filha? – Klaus Pergunta estressado. — Ela desligou. – Lídia diz  — A Destiny não tem mais a humanidade... Nesse momento eu soltei um suspiro aliviado, eu podia jurar que era algo pior, que ela tinha se machucado ou algo assim. Todos olharam pra mim, e ficaram em dúvida do motivo deu estar calmo. — Ela só desligou. Deixamos ela se divertir um pouco. E depois a convencemos a ligar de novo. – Digo o óbvio e eles negam. — Uma Destiny com emoção já é perigosa, imagina uma que não se importa. – Derek diz.  — Então o que faremos? – Rebekah pergunta. — Não vamos mata-la, óbvio. — Isso é óbvio, não matamos pessoas. – Scott diz. — Especialmente nossos amigos. — Não podemos esquecer do Stiles, ele  está preso com aquele Nogtsune. – Malia diz.  — Temos algum plano? – Pergunto e eles negam. — Só vamos tentar não irritar ela. – Lídia diz. — Não queremos ser a causa da destruição do mundo. — E se atacassemos ela com memórias, quem sabe assim convencemos ela a ligar. – Hayley diz. — Quem sabe fotos, vídeos. Deve ter algo que pode trazer alguma emoção. — Te até tem. – Cora disse. — Mas é algo meio pesado, e só usaremos caso seja extremamente nessesario. Não queremos machuca-la emocionalmente. (...) Depois de conversar com os amigos da Destiny, fomos para nossa casa em Beacon Hills. Não estávamos tão preocupados por ela estar sem emoção, porque acreditamos que isso irá passar. A Única que está meio receosa com o assunto, é a Hope. Ela acha que a Destiny sem humanidade, irá causar a destruição do planeta, ou algo assim. Decidi ir para o meu quarto tomar um banho, e relaxar. Pra poder pensar melhor. Entro no quarto, fecho a porta e me deparo com uma linda loira deitada na minha cama mexendo no celular. — Sabe qual é o lado bom de estar sem humanidades? – Ela pergunta abaixando o celular e olhando para mim. — Poder assistir as histórias bizarras da Fefe e dormir tranquilamente? – Pergunto me sentando de frente pra ela na cama, que n**a rindo. — Também. – Ela diz e solta o celular na cama e se senta no meu colo com as mãos em volta do meu pescoço. — Mas eu estava pensando, em não ter medo de fazer aquilo que mais te assusta. Ela cola os nossos lábios em um beijo, no qual eu retribuo. E vai ficando cada vez mais intenso, até que eu decido a afastar. — Essa não é você. – Digo. — Não podemos fazer isso enquanto está sem humanidade, seria errado. — Qual é... Estou sem humanidade, não burra. – Ela diz. — Mais tanto faz, tenho uma lista de pessoas pra m***r. — Destiny... — É zueira. Como eu disse, sem humanidade não burra. – Ela fala. — Diz pro resto da família não se preocupar, não irei causar a destruição do mundo... Por enquanto. Até que é bom não sentir sabe, um peso enorme foi tirado das minhas costas. E quero que as coisas continuem assim, não façam nada pra minha humanidade voltar, se fizerem irão se arrepender. – Ela pula a janela e logo some em VDV. Desci e contei pra todos o que tinha acontecido, tirando algumas partes Óbvio. Eles ainda querem manter com o plano de ataca-lá com memórias, mesmo que eu tenha dito para não fazermos. Lídia Martin Estava em casa, com a Cora, Derek e Malia. Eu estava me sentindo culpada por isso que havia acontecido com a Destiny, ela só desligou por minha causa. E só se transformou em vampira por minha causa também, fui eu que a obriguei a salvar a Hope. Se eu estivesse calada, talvez isso não teria acontecido... Sou tirada dos meus devaneios quando a porta de casa é aberta. — É a sua mãe? – Derek Pergunta e eu n**o. — Ela está viajando para uma competição de xadrez da escola. – Digo e a gente se levanta indo em direção ao barulho. — Oi Maninha. – Destiny diz com um sorriso assim que nos vê. — Que foi, não me olhem assim. — Destiny, é você? – Pergunto e ela revira os olhos. — Não, é o papai Noel, não está vendo minhas renas estacionadas lá fora? – Ela debocha e eu a puxo para um abraço no qual ela não retribui, só dá uns tapinhas nas minhas costas e logo me afasta. — Ainda está desligada? – Pergunto. — Dããã. – Ela diz assustando a gente. — Não precisam se preocupar, estou bem. Sou igual a mesma Destiny de antes. Só não amo e nem odeio vocês, ou seja não mudou muito. — Está fazendo o que aqui? – Cora Pergunta.  — Eu moro aqui. – Ela responde simples. — Agora se me dão licença, preciso de um banho e dos meus relaxantes cremes. Vejo vocês amanhã na escola. Ela manda um beijo e sobe para o quarto nós deixando confusos. •°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°• Votem e comentem
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR