Destiny
Depois do Shopping, fomos para minha casa se arrumar, estávamos Eu e as garotas no quarto da Lídia.
- Amiga, seus tios são uma delícia. E seu pai nem se fala né. - Cora diz enquanto fazia chapinha no cabelo. E eu reviro os olhos.
- Tira os olhos do Kol, esse já é da Desty. - Lídia Diz.
- Mana, é meu tio. - Digo óbvia.
- Um i*****o com ele não seria pecado. - Disse Cora. - Pecado é toda aquela beleza ein, Lúcifer que lute.
- Cala a boca. - Digo e ele me mostra a língua.
- Esse salto ficou péssimo com esse vestido. - Malia fala e eu assinto rindo.
- Não deveria, mas vou falar mesmo assim. - Digo com um sorriso convencido. - Eu te avisei.
Fui até as coisas que eu comprei e mostro um salto branco que eu comprei para a Malia, que iria ficar bom com o vestido.
- Você é minha salvadora. - Ela diz pegando o salto e eu assinto rindo.
- O que seria de vocês sem mim?- Digo fazendo todas rirem.
Kol Mikaelson
Tava me arrumando no quarto quando a Rebekah para na porta já pronta, e entra para me ajudar com a gravata.
- Está lindo Kol. - Ela diz.
- Eu sei, e você tá até que bonitinha. - Digo pra provocar e ela da um curto sorriso assustador.
Isso realmente é esquisito.
Do nada, ela puxa a gravata me enforcando.
- Se tentar alguma coisa com a nossa sobrinha, o Nick vai ser o menor dos seus problemas. Porque eu vou estragar esse seu rostinho lindo, tá me entendendo. - Ela fala e eu assinto. - Ótimo. - Ela da um último sorriso e ajeita minha gravata. - Estamos te esperando lá em baixo.
Destiny
Cheguei no Baile junto com os meus amigos, e tive que ficar esperando o Kol, deveria ser estranho ter que vir acompanhada pelo Tio.
Mato a Lídia por isso.
Já estava começando a esfriar, não que isso me incomodasse porque adoro o frio, mas estava com um vestido curto (mídia) que deixava minha pele toda arrepiada. E isso sim me incomodava.
- Desculpa o atraso. - Disse Kol chegando ao lado de Rebekah e Hope.
- Tá tudo bem, só quase virei um planta aqui de tanto esperar. Mas está tudo bem. - Digo sarcástica e ele ri revirando os olhos.
- Está linda. - Ele estica o braço para entrarmos e eu aceito.
- Eu sei. - Digo com um sorriso de lado.
Entramos no lugar e os olhares todos voltaram pra mim. "Novidade".
Fomos até um canto onde estava todos os meus amigos e eu cumprimentei eles educadamente.
- Ah Deus, a Rainha do Gelo acompanhada? - Liam pergunta rindo. - Algo de errado não está certo.
- Ah Deus, Liam está fora de um buraco? - Pergunto com o mesmo humor que ele. - Algo de errado não está certo.
Todos rimos e começou uma música lenta, sei exatamente o que vai acontecer agora em 1... 2...
- Quer Dançar comigo? - Kol pergunta e eu confirmo o que já sabia.
Assenti e fui até a pista de dança com ele, coloquei a mão em volta do seu pescoço e ele em volta da minha cintura.
- Por que te chamam de Rainha do Gelo? Algum motivo específico?
- Isso é óbvio, sou fria com quem não conheço, e as vezes até com quem conheço. - Digo.- E como eu sou a Rainha, eles só adicionaram Gelo no nome. Por mais que eu sempre preferi a Neve.
- Rainha da Neve. Acho que não causa tanto impacto como o gelo. - Ele fala.
- É Talvez. - Respondo e vejo ele sorri.
Continuamos dançando até que Camila Loise a acompanhante do Isaac sobe no palco para falar algo.
No começo achei que iria ser algo se tratando do rei e da rainha do baile, mas o assunto foi bem diferente.
- Oi eu tenho um recado para Destiny da sua querida tia Dahlia. - Camila fala. - Ela espera que você guarde uma dança para ela.
Nesse momento eu fiquei sem entender e Kol me olhou preocupado e logo me puxou pra perto da Rebekah e Hope.
- A garota está hipnotizada. - Kol disse para as meninas que assentiram.
- O sonho da Freya sobre a mamãe, Finn e Tia Dahlia. - Disse Rebekah. - Ela está atrás da verdadeira primogênita.
- Mas quem trouxe ela de volta? - Pergunta Hope.
- Mas quem é ela? - Pergunto e eles olham pra mim.
- Seu pior pesadelo. - Eles respondem juntos e eu fico ainda mais sem entender.
(...)
Agora eu estava na mansão Mikaelson junto com os meus amigos, e a tal da minha família biologiaca. eles me explicaram toda essa história da Dahlia e da minha avó e o meu tio traidor.
O Klaus quer que eu vá para New Orleans com eles, para me protegerem, mesmo eu falando que estava bem, e não precisava de p******o.
Sou a Rainha das espécies, duas bruxas velhas e um vampiro Original Traidor não chegam nem aos meus pés.
Mas parece que isso não entra na cabeça do híbrido.
- Já disse e repito, não vou me esconder. - Digo. - Deixa essas bruxas virem, eu mando elas para Los Angeles!
- Los Angeles? - Hope pergunta e eu assinto.
- Sim, para conhecer o d***o. Ele não tá mais no inferno. Tá de férias. - Digo e ele arqueia a sombrancelha.
- Você conhece o d***o?
- Sim, somos amigos. - Digo. - Ele já me ajudou várias vezes com o meu reino, e eu ajudei ele com o dele.
- Pera, você tem um reino? - Rebekah pergunta e eu reviro os olhos.
Já tô ficando cansada dessas perguntas, eles acham que Rainhas governam a onde? De baixo da ponte?
- Resumo, eu tenho um reino em outro universo chamado bombona, um local onde os seres místicos vivem longe dos Humanos. Só vou lá quando necessário, quem fica mais lá, é a minha braço direito, Katherine Pierce. Amiga, e Dama de companhia. Quando ela sai, Um dos meus guardas fica encarregado de cuidar do reino. E quem me ajuda a cuidar dos Seres sobrenaturais aqui, é o Tio Peter. - Explico e eles me olham perplexos.
- Uau. - Disse Bekah. - Katherine Pierce, a v***a?
- Se você considera, v***a. Uma sobrevivente, que teve a filha retirada de seus braços ao nascer e a família inteira massacrada ainda adolescente. Então sim, ela é uma v***a. A pior de todas. - Digo e Rebekah se cala.
- Isso não vem ao caso agora, arrume suas malas filhinha, vamos para New Orleans. - Klaus diz e eu n**o.
- Desty escuta ele. - Derek disse. - Se isso vai te proteger, sugiro que você vá.
- Eu não preciso de p******o Derek, sei muito bem fazer isso sozinha.
- Você é como uma irmã para mim. - Ele disse com as mãos em meus ombros. - Vou sempre te proteger, mesmo você não precisando.
Ele me puxa para um abraço, que eu retribuo mesmo odiando abraços.
- Tá agora já chega. - Digo me afastando do abraço. - Odeio abraços.
- Eu sei. - Ele fala rindo. - Agora arruma suas malas, você é de menor e eu posso mandar em você por ordens da sua mãe. Então você vai para New Orleans.
- Vou nada!
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