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1333 Palavras

Arthur: A previsão de chegada era às 00:00, um horário em que não havia tantas pessoas no morro. Não era meu estilo querer guerras, mas essa valia a pena lutar. O chefe dos chefes tinha me dado o aval; o filho dele tinha tomado as dores. Por coincidência do destino, a filha dele tinha nascido com uma doença genética rara e lutava todos os dias. Ele via a luta dessa criança como se o destino colocasse pessoas da mesma sintonia ao meu lado. Eu estava certo quando achava que a ajuda caiu pra mim como um presente, uma esperança, uma maneira de colocar sentido e ser humano. Só quem enfrenta essas batalhas diárias sabe o valor da luta travada. E, por sorte, tinha um chefe não só assassino como muitos por aí, senão humano. E era por isso que eu quis seguir no morro. Tenho um mês para mostrar

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