Gabriel e Jefferson se entreolharam. A raiva nos olhos de ambos queimava, a determinação era palpável. Eles sabiam que cada segundo contava. — Vamos organizar tudo — disse Gabriel, a voz baixa, firme. — Precisamos de informação. Quem tem ela? Onde exatamente? Não podemos dar um passo errado. Jefferson pegou o celular, ligou para seus contatos da cidade: — Quero mapas do local, rotas de entrada e saída, câmeras, vigilância. Nada pode nos pegar de surpresa. — Enquanto isso, Júlia permanecia na sala, abraçada ao Rony, com lágrimas nos olhos, mas confiando nos dois homens que tinham se tornado a sua proteção e sua força. — Vamos trazer — respondeu Gabriel, acariciando sua mão. — Ela vai voltar, e ninguém vai tocá-la. Jefferson assentiu: — Prepare-se para um confronto. Isso não vai ser f

