As regras eram simples. Nada de nomes. Nada de perguntas. Nada de passado. Era só prazer. Cru, suado, insaciável. Kael chegou primeiro ao quarto do hotel. As luzes estavam apagadas, exceto pela suave iluminação âmbar do abajur no canto. A cama, impecável. O silêncio, cortante. Alanna entrou minutos depois, vestida com um sobretudo preto, os saltos estalando no piso de madeira. Por baixo, nada. Ou quase nada. Ela não disse uma palavra. Apenas trancou a porta, tirou o casaco com um movimento lento e deixou que ele a visse. O olhar de Kael percorreu seu corpo como uma carícia invisível. E ainda assim, nenhum dos dois disse nada. A ausência de nomes tornava tudo mais selvagem. Mais livre. Kael a puxou pela cintura com uma precisão quase impaciente, a boca colidindo com a dela como se pr

