—procurei por você por meses e nunca encontrei, depois tive a notícia que realmente tinham matado você então não procurei mais, devia ter feito assim não perderíamos tanto tempo. O homem falou. —eu não... eu não consigo acreditar. Emilie falou sem dar um passo à frente. —eu entendo é muita informação eu também não acreditei quando soube achei que nunca mais iria ver você, eu sonho com aquela noite até hoje, você quer vir a minha casa? Ainda temos seu quarto não mexemos em nada. —Celine, calma… ela estava falando tão eufórica que o marido tocou em seu ombro pra ela poder acalmar. —desculpa… —quero fazer um teste, quero fazer agora não quero ser enganada mais uma vez. —tudo bem, tudo bem, podemos ir agora. —Polly, você vem comigo? —claro. Ela pegou a bolsa da Melina e nós saímos.

