tô grávida muralha.

1083 Palavras

continuação Isabel narrando — Não faz isso… — A voz dele veio carregada de desespero. — Eu nunca te traí. Nunca fiz isso. Ela… Antes que terminasse, eu levantei a mão, interrompendo-o. Não queria ouvir desculpas, não queria ouvir explicações que ele deveria ter me dado antes. — Não quero mais escutar, Muralha. Eu não quero mais nada. Chega! Você teve tempo de me contar, mas preferiu esconder. Ele passou as mãos no rosto, frustrado, e deu um passo à frente, mas eu recuei. Meu peito doía, meu corpo implorava para que eu me jogasse nos braços dele e acreditasse em cada palavra que saísse de sua boca. Mas minha mente gritava que não podia mais confiar. — Isabel… — Ele tentou mais uma vez, a voz rouca de angústia. — Não, Muralha. Eu cansei. Peguei minha mala e passei por ele, sentindo

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