O olhar de Cat fica no meu. Nenhum de nós se atreve a piscar, não queremos perder aquela sintonia que temos. Nossos lábios se aproximam, estão a um centímetro, mas eu recuo assim que sinto uma pontada no peito que me faz arquear e cair no chão de tanta dor. Ouço a banqueta em que Giovane estava caindo e sinto suas mãos calejadas por tantas horas acelerando a motocicleta em meus braços, ele tenta me levantar, mas sou pesado demais, até mesmo para ele. Tudo o que quero é que a dor passe: – O que aconteceu? – Giovane pergunta assustado. – Não sei. – Uma Catherine ainda mais assustada responde. – Ele apenas caiu. O que você acha que eu fiz? Empurrei ele? – Ah sei lá. Vai que esses seus s***s enormes esbarraram nele. – Nossa você é tão i****a! – Cat grita me fazendo rir um pouco, mesmo com do

