Ricardo Santana Estava sentado em minha sala, os cotovelos apoiados na mesa e as mãos entrelaçadas, sustentando a cabeça cheia de pensamentos. Os números da empresa estavam despencando, e as ideias apresentadas na reunião mais cedo eram, no mínimo, medíocres. Mas o que mais me incomodava era Kate. Eu fui um i****a. Durante a reunião, a tratei com frieza e sarcasmo, mais como um reflexo da minha frustração do que por qualquer erro dela. Kate era brilhante, sua mente criativa era o que movia parte do sucesso da empresa. Ainda assim, deixei meu ego e meus sentimentos m*l resolvidos contaminarem o ambiente profissional. A verdade era que o afastamento entre nós estava me corroendo. Eu sentia falta dela. Sentia falta das conversas leves, do brilho nos olhos dela ao falar de um novo proje

