— Isso não significa que ela não ache que tem uma chance, e ela acreditou nisso ao você se dirigir a ela informalmente, rindo com ela em segredo... Ele balança a cabeça. — Apenas admita que foi você e vamos em frente. A porta se abre de repente e a assistente aparece, vestida para atrair mais atenção do que o necessário. Embora eu não sinta ciúmes, sinto um certo desconforto. É uma pena que ela recorra a isso para se destacar. — Desculpe. Pensei que você estivesse sozinho. — Você deveria aprender a bater antes de entrar. Eu digo. — Jane, eu disse para você começar a bater, e você concordou. — É o costume. — Bem, não deveria ser. É falta de educação. Bata na próxima vez e saia, por favor. Estamos tendo uma conversa particular. Ela me encara, desafiadora. — Desculpe, mas não recebo

