A festa Sábado tinha chegado. Era hora de ir embora. A festa estava muito bonita. Matteo até tinha me convidado desde quarta-feira para participar, de forma tímida, insinuando que precisava de ajuda. Mas eu estava magoada demais para ajudar. Meu trabalho era exclusivamente com Maria do Rosário e eu não faria nada mais que fugisse disso. Ele não era meu amigo, não era meu amor. Ele era meu patrão e naquele dia deixaria de ser. O coração estava apertado por Maria. Porém eu arrumei minha mala e deixei tudo pronto no meu quarto. As cartas que escrevi durante tantos anos para ele, decidi deixar no armário vazio do meu quarto. Algum dia ele entraria ali e veria o quanto de sentimento eu nutri por ele durante tantos anos. Dezenas e dezenas de cartas de confissão da minha paixão. Uma delas eu sab

