Bruno negou, chegando mais perto, com lágrimas em seus olhos. Apesar de levantar a mão, não tocou e baixou os braços, ao lado do corpo, fechando suas mãos em punho. -Venha. – segurando com um braço apenas ela, o puxei para o sofá e fiquei próxima dele, olhando em seus olhos que em momento nenhum desviou do dela, mas que agora tinha as lágrimas sobre controle – O que foi? Ele negou e desviou o olhar, encarando o chão de madeira. -Eu não mereço tocar ela... Não mereço nem chorar... – ele voltou seu olhar para o meu e engoliu um soluço, o que me impressionou – Eu não apenas afastei a companheira destinada do meu líder, como também sua filha... Não tenho nem direito de chama-lo de meu líder. Não mereço isso. Minha filha abriu os olhos e fez gruídos, com a boca, o nos que chamou atenção e e

