Uma semana se passou, Mark seguia afundado em sua dor, naqueles dias, em nenhum instante eles esteve sóbrio, sempre atirado em algum canto da casa, bêbado em meio a lamentação e lágrimas. Naquela manhã ele acordou mais uma vez no chão da sala, sentindo fortes dores de cabeça, ele levantou e sentou no sofá, foi então que escutou a campainha tocar, ele foi até a porta, ao olhar pelo olho magico, viu se tratar de Antonella, então Mark apenas se afastou e retornou para o sofá. — Mark...eu sei que está aí, o porteiro me falou, abre pra mim, vamos conversar. — disse ela, mas não obteve nenhum resposta, ele não queria ninguém por perto, queria ficar sozinho vivendo sua dor. — Mark, abre, me deixa te ajudar... Quando Antonela se cansou de chamar por ele, foi embora, e ele foi em direção a cozi

