Dorian deu um passo à frente. — Ei. — Ele colocou uma das mãos sobre o ombro do homem. — Calma aí. O homem era mais baixo que Dorian, e levemente forte, mas era jovem e estava em forma e tinha um ar agressivo que deixava Dorian cauteloso. Os cabelos dele tinham um corte militar e o homem vestia calças jeans skinny e uma camisa vermelho vivo do Manchester United, da qual emergiam os braços tatuados dele, como dois galhos brancos e sardentos. — Calma aí? — grunhiu ele, afastando a mão de Dorian com um gesto de ombros. — Sabe quem ela é, amigo? É uma racista de merda. Não lê os jornais? O homem parecia um defensor tão improvável da comunidade n***a da Grã-Bretanha que Dorian presumiu que ele estava apenas bêbado e em busca de confusão. Infelizmente, àquele momento, Sabrina percebeu o que

