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1477 Palavras

Dou uma última arrumada no cabelo, e saio do quarto. Magnus já está no final do corredor me esperando, caminho em sua direção. Ele me olha dos pés a cabeça, dá um pequeno sorriso e estende a mão para mim. Seguro sua mão e devolvo o sorriso. — Está linda. — Magnus me elogia. — Obrigada. — Forcei um sorriso largo. Não que seja um sorriso falso mas não sorri pelo motivo que ele acredita que estou sorrindo. Estou sorrindo porque ele nem imagina como o homem que ele chama de "melhor amigo" e escudeiro me toca quando ele não está perto. Então é essa a sensação que os homens sentem quando brincam com a suas mulheres dessa forma, sempre vi os maridos visitarem bordéis enquanto deixam suas mulheres em casa. Sempre achei errado, me coloquei no lugar delas milhares de vezes e me senti chateada p

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