Dilek agitava suas correntes com ódio enquanto tentava se soltar. Ela permanecia cativa no porão. — Malditos! Vou m***r todos queimados quando sair daqui! — Dilek virou o rosto rapidamente encarando a porta quando a ouviu sendo destrancada. Esperou para ver quem passaria por ela. Ao ver Gisella, sorriu, maliciosa. — Não me diga que sentiu a minha falta?! Gisella desceu a escada e se aproximou, parando em frente a Dilek e a encarando. — Chega mais perto para a gente se divertir? — Dilek disse. Gisella se sentou no chão e cruzou as pernas. Suspirou e perguntou: — Será que você poderia me m***r? E m***r a minha alma também? Porque não quero mais ter consciência de nada o que se passa ao meu redor. — Você é bem louca, né?! — Falou Dilek. — Sou? — Dilek disse. — Sim, talvez, eu seja. Ach

