Falsa liberdade

1367 Palavras

Nos próximos dias, Gisella ficou nervosa, pensando se contava ou não ao seu padrasto o que Valda e Kadir fizeram com eles. Se por um lado, tinha pena de contar a um homem que ela considerava bom que sua esposa era uma v***a e dormia com o marido da própria filha enquanto ele estava no trabalho, por outro lado, achava que seria pior se ele vivesse iludido.           Gisella parou na entrada do quarto do casal e observou Joseph consertando a cama que quebrara. Valda estava na cozinha. — Joseph? Ele a encarou por um momento e sorriu. — Sim? Você deseja alguma coisa? — Ele perguntou. — Eu tenho que te falar uma coisa, Joseph. — Gisella disse. — Pode me chamar de pai como quando era criança. — Ele sorriu. — Vem? Se aproxime? Não precisa ter medo de mim. Eu não mordo. — O que vou te dizer

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