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1818 Palavras
Capítulo 119 Ester narrando Eu me aproximo da casa e tinha a arma que HT tinha com ele, eu entro lentamente e vejo Kauan na minha visão, Sabrina e Alana juntas e eles discutindo, eu estreito os olhos e fico ali observando tudo. — Foram os seus homens que me tiraram de lá – Alana grita – forma os seus homens. — Vagabunda – ele fala – não fui eu que matei ela e você sabe disso, agora eu vou m***r vocês duas. — Não – Sabrina fala — As duas vão para o inferno, suas vadias – ele fala apontando a arma para as duas. Eu encaro aquela cena toda ligando todas as peças na minha cabeça, eu já tinha chegado a conclusão que realmente não tinah sido Kaua que tinha matado Barbara e que a culpada estava aqui dentro e era uma das duas. Quando vejo que ele destrava arma, eu não penso duas vezes, eu pego a arma e atiro contra ele, aparecendo na frente das duas e fazendo elas me encararem, porém eu estava com sangue nos olhos, porque eu tinha cansado de ver Alana brincando com os sentimentos de Sampaio, escondendo dele toda a verdade. — Quem vai m***r vocês duas sou eu, se não me contarem a p***a da verdade – eu falo encarando elas – eu matei um, eu mato três, até porque eu perdi totalmente a simpatia por vocês duas. Abrem a boca agora e comecem a me contar a verdade, porque se não eu mando as duas pro inferno e digo que foi o Kaua que matou. — Calma – Sabrina fala — Eu estou calma Sabrina, vocês ainda não me viram nervosas – eu estava com a arma apontada para elas – eu apenas cansei desse jogo de vocês e agora eu quero toda a verdade. — Você jamais entenderia – Alana fala — Porque não? – eu pergunto para ela – o que vocês tanto escondem? — A gente protege Sampaio. — Protege do que? – eu pergunto para elas – por qual motivo, esconder algo tão grave seria proteger ele? Eu quero respostas. Eu posso estar errada, mas até agora, eu só vejo vocês duas como culpada pela morte daquela criança. Me diz, Alana você seria capaz de m***r a sua própria filha? — Jamais – ela fala chorando – eu jamais faria isso. — Culpou a vida toda Sampaio pela morte dela – eu respondo – negou ele, fez ele viver uma penitencia. — Porque eu tenho meus motivos – ela fala – mas hoje eu entendo, que eu jamais deveria ter o culpado porque – ela me encara e respira fundo — Eu quero a verdade, eu matei Kaua e vou m***r vocês duas e qualquer pessoa que se colocar na vidad e Sampaio para fazer ele sofrer – eu falo para elas – isso não é um aviso, até porque eu não sou mulher de avisar. — A gente conta a verdade – Sabrina fala – mas você precisa prometer que não vai contar a ele. — Eu jamais faria isso. — Mas voc~e vai ver que a gente tem razão de ter mentido a ele sobre tudo – Sabrina fala Capítulo 120 Ester narrando Eu escuto as coisas que elas estão me falando, uma mais confusa que a outra, elas se embolavam para falar. — Chega – eu faloa tirando para cima – eu estou cansada de vocês me enrolarem. — A gente não está – Sabrina fala olhando para nós – a gente jura que não está. — Essa é a verdade Ester – Alana fala chorando muito – eu queria que tudo tivesse sido diferente. — Você o culpou a vida toda – eu falo para ela. — Eu pedi tanto a ele – ela fala – tanto a ele antes de tudo isso acontecer. Eu olho para elas tentando ligar todos os pontos da história na minha cabeça e vou tendo alguns flash black de algumas coisas que tinha escutado no morro , até mesmo entre HT e Joca, suposições que eu fui deixando de lado que eu achava que era insignificante naquele momento mas que hoje eu vi que passou distante dos meus olhos. E ai eu comecei a me questionar, será que Sampaio sempre soube de tudo isso por isso sempre colocou a culpa nele? Eu olho para as duas e conhecia elas o suficiente nesses meses que estou no morro para saber quando estou mentindo ou não, eu tinha mandado uma mensagem a Joca para que viesse para cá sem que contasse a Sampaio e o mesmo apareceu, ele me encarou e eu encarei ele. Eu aprendi a confiar nele e sei que ele não era uma pessoa que queria o m*l de Sampaio, ele sempre foi fechamento com ele e eu aprendi realmente a confiar nele também. — Eu escutei tudo – Joca fala – elas estão falando a verdade – eu olho para ele Alana chorava muito e Sabrina tentava acalmar ela. — E agora? – Sabrina pergunta – você não pode contar a ele. — Quem vai decidir se vai contar algo a ele sou eu – eu falo para elas – não vocês. — O que você vai fazer? – Joca pergunta — As duas vão embora do morro – eu falo para elas e elas me encaram – e se aparecerem aqui eu vou m***r vocês duas, vão embora, para longe, sem nada – eu olho para Joca. — É o melhor a fazer – Joca fala – já não tem mais nada para vocês duas aqui, já deveria ter ido embora a muito tempo Alana. A mesma só sabia chorar. — As duas estão expulsas do morro – eu afirmo e Joca não me diz nada contra, ele sabe que essa é a melhor decisão. Eu tinha ficado muito atordoada com toda essa situação, meus pensamentos voaram longe, apenas pensando se Sampaio sabia ou não de toda a verdade. Joca tinha chamado os vapores e vieram 10 para irar as duas do Rio de Janeiro, largaria as duas em uma fronteira do Brasil com outro país com dinheiro para recomeçarem e aqui elas não seriam mais vistas e se pisar no Brasil de volta, seria morte certo. Elas não eram pessoas ruins, mas decisões tinha que ser firmes, não mereciam morrer torturadas nem nada até porque não cometeram um crime maior, a não ser esconder algo tão c***l da forma que elas esconderam e de Ana ter brincado com os sentimentos de Sampaio e torturado ele emocionalmente da forma que fez, mas hoje gravida e esperando meus filhos, eu entendo o que passou na sua cabeça, talvez eu agiria da mesma forma ou não, espero nunca passar por isso na minha vida e nem conhecer essa dor. — O que vocês estão fazendo aqui? – Sampaioi chega com a arma na mão – quem matou Kaua? Cadê as duas? Eu e Joca nos encaramos. — Eu dei um jeito em tudo – Joca fala querendo apaiguar. — Não precisa me defender – eu passo na frente de Joca – eu matei Kaua e mandei as duas embora do morro, os vapores vão deixar elas em alguma fronteira. HT está desmaiado na boca precisa mandar alguém cuidar dele. Cadê aqueles dois filho da p**a? Ele me encara, encara a arma na minha mão e depois encara o corpo de Kaua no chão. A gente se encara em silêncio por alguns segundos nos encarando. Capítulo 121 Sampaio narrando — O que vocês estão fazendo aqui? – eu entro dentro da casa com a arma na mão e vendo a cena que estava ali – quem matou Kaua? Cadê as duas? Eu vejo Kaua caído no chão e nem sequer sinal de Sabrina e Alana. Olho para Ester que me encara e só cosnigo pensar na situação toda. — Eu dei um jeito em tudo – Joca fala mas Ester toma a frente. — Não precisa me defender – ela fala me encarando– eu matei Kaua e mandei as duas embora do morro, os vapores vão deixar elas em alguma fronteira. HT está desmaiado na boca precisa mandar alguém cuidar dele. Cadê aqueles dois filho da p**a? Eu a encaro com a arma na mão, encaro o corpo de Kaua no chão e encaro o escritório vendo que realmente ela tinha mandado as duas embora do morro. Eu olho bem fixo a ela e a mesma me olha fixo da mesma forma, ela não abaixa a cabeça nem sequer um segundo. — Você não tem esse poder – eu falo para ela – quem é o dono do morro sou eu. — Quando você me colocou no meio do seu plano, você me deu autoridade para isso – ela afirma – Cadê o meu tio e o meu irmão? – ela pergunta – eu quero que isso finalize logo e acho que essa é a mesma intenção. Quando eu ia responder Joca se mete e sabe que eu estava tão puto e nervoso que iria acabar falando m***a e eu me viro para respirar fundo. — Vamos até lá – Joca fala – sua mãe já está com eles, está tudo indo bem – Eu olho para Joca – não vamos perder a cabeça agora, ok? — Vai perder a cabeça comigo? – Ester pergunta – deixa ele falar Joca, tudo que ele tem para falar para mim, eu quero escutar. — Chega Ester – Joca fala – por favor, os dois – ele fala nervoso – querem ficar discutindo que nem cão e gato agora? Se liguem os dois, estamos no meio de uma invasão, isso não vai acabar em s**o para estarem tão de boa para discutir. — Ué, se a gente quiser que acabe – ela fala – pode acabar, duvido que vão negar se a gente der a idéia no megafone – ela fala com um sorriso irônico para me provocar. — Vamos de uma vez resolver isso – eu falo – quem sabe seja melhor mesmo você ir embora – ela começa a rir. — Ficou com ciúmes foi? – ela pergunta me encarando – que foi? Não vai gostar de ver um surubão e eu no meio? Ela tira onda com a minha cara porque sabe que quando eu faço as minhas coisas, ainda mais dentro do morro, eu sou super exigente e ela adorava me deixar nervoso, eu saio irritado e Joca e Ester vem atrás de mim. Com aquele filho da p**a do Jeam desaparecido e provavelmente já fugiu do morro, mesmo que Grecco tente caçar eles nos infernos, não vai o encontrar tão fácil agora, com Kaua morto, e Jp e Pedro Henrique trancados com a minha mãe dentro de uma sala, os homens deles recuaram e os tiros cessaram como eu tinha planejado, não havia mais ameaças andando dentro do meu morro.
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