Era manhã, caia uma tempestade, o tempo estava frio, o cobertor cobria o corpo nu dos dois e entre beijos e carícias estavam eles. — me arrependo de não ter te beijado antes, seu beijo é incrível — disse ela. — a culpa disso não é minha, eu estava a seu dispor — disse ele a fazendo rir. — que chuvinha gostosa, quando eu era criança adorava tomar banho na chuva, será que os vizinhos vão estranhar se eu for tomar na chuva? — vão sim, essa gente daqui é fresca — disse ele e os dois riram. — mas... — mas? — eu tenho uma fazenda. — não imagino você sendo fazendeiro. — nem eu, meu pai me deixou de herança quando faleceu, podemos ir pra lá e se você der sorte vai poder tomar banho de chuva em um belíssimo jardim e sem vizinhos chatos. — eu quero ir, mas e se não chover? — estamos na

