CAPÍTULO 9. PT. 2

3639 Palavras

[...] Quando me acalmou, Nick foi embora para eu aproveitar sozinho o café da manhã delicioso que ele trouxera para mim. Comer meu café sozinho era estranho, mas era a tradição da matilha, então não tinha outra opção. Comi todas as frutas e massas com calma, pedindo mentalmente para que meu novo ano de vida — que já seria na manhã seguinte —, fosse melhor que o anterior. Que eu fosse feliz. A flor em um tom laranja puxado para o vermelho ainda estava lá, no canto da bandeja, dentro de um vasinho pequeno. Embaixo do objeto pequeno de vidro tinha uma folha dobrada, não precisava ser muito inteligente para saber quem havia escrito, por isso estava comendo com tanta calma que as lesmas chorariam, queria atrasar o quanto podia para lê aquele bilhete. Não queria lê ele agora, mas Nick não t

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