[...] Assim que chegaram no quarto do ômega, Kane respirou fundo, buscando forças para conseguir abrir aquela porta e ver sua euforia desfalecida na cama. Mas se ele quisesse ver Kaleb bem, precisava fazer de tudo que estivesse ao seu alcance, até mesmo o que não estivesse. Quando abriu, esperou que a bruxa entrasse primeiro, pois tinha medo de acabar chorando de frustração e raiva na frente dela. As raposas foram logo atrás de si, e quanto mais perto chegava da cama, mas as raposas ficavam agitadas e choramingavam. Foi uma surpresa e tanto quando, ao que chegaram ao redor da cama, viu as raposas se curvarem diante do seu ômega, ainda choramingando. Até a bruxa se impressionou. — A presença dele está quase que impossível — disse o óbvio, analisando ele dos pés a cabeça. Kaleb estava d

