Pirata Narrando Pørra. PØRRA. A boca quente dela me devorando, os olhos cheios d'água mas não parando, as mãos dela trementes no meu paü como se estivessem segurando um raio. Nunca, em quarenta anos nessa vida, nenhuma mulher tinha me mamado assim. Não com esse desespero, essa entrega que parecia misturar medo, ódio e uma fome do caralhø. A advogada. A doutora de salto alto e processos engomados, de joelhos no chão duro da garagem, com a boca esticada até não poder mais no meu troço. Ela tava engasgando, babando, os olhos revirando, mas não parava. As mãos dela apertando minha base, os dedos dela tentando fechar no diâmetro que não fechava. Eu tava com as duas mãos no cabelo dela, puxando, guiando, sentindo o crânio dela obedecer. Foi uma violência linda. É a quebra dela. É a minha vit

